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Após virar alvo de piada, PMJP retira pintura da pista de ciclismo da Lagoa

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 Após descascar e virar alvo de piada nas redes sociais, PMJP retira pintura da pista de ciclismo na Lagoa

Após descascar uma semana após a inauguração e virar piada nas redes sociais, a pintura da pista de ciclismo, da Nova Lagoa, do Parque Solon de Lucena, em João Pessoa começou a ser retirada para evitar mais críticas à gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PSD).

A obra, que é tida como o cartão de visitas da reeleição do atual prefeito, desde que foi iniciada é alvo de polêmica. Um deles é o indício de desvio milionário detectado pela Controladoria Geral da União na execução dos Serviços.

O caso virou alvo até de CPI, que chegou a ser instalada, mas foi arquivada dias depois. Logo após foi o confronto entre projeto e a realidade. Na apresentação feita pela prefeitura constavam dois piers, mas a obra contou apenas com um pequeno tabuleiro às margens da Lagoa. A explicação da prefeitura foi que o Iphaep havia barrado o projeto original, mas o órgão disse que a PMJP entregou o projeto sem os piers.

Sobre a pintura, a gestão municipal atribuiu à construtora responsável pela obra a trapalhada e garantiu que não haveria qualquer custo a mais para o erário público, já que a obra “está na garantia”.

A rede social é democrática e da mesma maneira que repercute ataques, também repercute defesas.

“O que falar sobre isso? Olha a qualidade do serviço. O parque que custou milhões e milhões”, diz uma postagem, que logo é rebatida por uma explicação de outra internauta. “Simplesmente é um lugar de ciclista, mas os skatistas ficam andando aí”.

Já outros sugerem até mesmo uma ação popular contra a gestão.

A explicação dada é que não houve problema em relação à qualidade da tinta, mas sim à incompatibilidade com o polimento da pista. O piso foi feito com coloração na cor vermelha, mas a empresa achou a cor muito opaca. Como o piso recebeu polimento, a adesão da tinta não foi perfeita “porque o polimento fecha os poros”. Daí, surgiam duas opções: colocar um ácido para remover o polimento e depois pintar ou simplesmente deixar a cor original, com o pigmento opaco.

Decidiu-se pela segunda opção.

O consultor da Coral chegou a ser chamado para conferir se houve problema com a tinta. A constatação técnica foi de que a adesão ao piso não seria possível por causa do polimento imprimido anteriormente.

Como não houve possibilidade de manter a pintura, a tinta colocada começou a ser raspada pela prefeitura para evitar mais polêmica sobre o caso.

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