Após participar de sessão no Senado, Aguinaldo defende equilíbrio e serenidade para análise da reforma tributária

Relator de uma ampla proposta de reforma tributária no país, apresentada no Congresso Nacional, o deputado federal e líder da Maioria, Aguinaldo Ribeiro, participou nesta quarta-feira, (16), de uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, para análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) 110/2019, sobre mudanças no sistema tributário. Aguinaldo ressaltou a importância de que o debate sobre o tema seja realizado com equilíbrio e serenidade e afirmou que vai propor sugestões para uma reforma compatível com a necessidade do país.

“O relatório apresentado sugere o estabelecimento do imposto sobre valor agregado (IVA) dual. Já nossa proposta é que fosse único. Nós, assim, simplificamos e acabamos de fato com a questão da complexidade da legislação. No entanto, acabei de falar com o relator Roberto Rocha e vou apresentar algumas sugestões. Não tenho dúvidas de que a reforma tributária é importante e urgente para a geração de empregos e crescimento da nossa economia, por isso nosso empenho nesta pauta”, disse ele.

O deputado falou ainda que a análise da reforma deve levar em consideração o delicado momento sanitário e fiscal que o país enfrenta. “Estamos ainda em um ano de pandemia e dificuldade fiscal, ainda mais agravada pela guerra na Ucrânia, que tem afetado os preços no nosso país. Várias medidas foram tomadas se utilizando de ferramentas do nosso sistema tributário, com isenção de IPI e medidas em relação ao ICMS, por exemplo. Este momento nos pede muito equilíbrio e serenidade. Tudo isso precisa ser avaliado, para que possamos ter uma reforma compatível com a necessidade do país”, ponderou Aguinaldo.

A CCJ deu início nesta quarta-feira à análise da PEC, mas, a pedido de alguns senadores, a votação deverá ocorrer na próxima semana. A proposta apresentada unifica diversos tributos em um só, o Imposto sobre Valor Agregado, que será dual. A parte federal vai reunir PIS e Cofins e se chamar Contribuição sobre Bens e Serviços, CBS. A outra parte, de estados e municípios, incorpora o ICMS e o ISS no Imposto sobre Bens e Serviços, o IBS.

Assessoria de imprensa
Aguinaldo Ribeiro

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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