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Andar do HU da UFPB é isolado após vazamento de gás

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 Um vazamento de gás O2 fez com que todo o sétimo andar do Hospital Universitário Lauro Wanderley, no campus da UFPBem João Pessoa, fosse isolado na noite de terça-feira (11). A interdição da área se deu pelo risco de explosão a partir de um eventual manuseio de celular, aparelhos eletrônicos ou fósforos. Pacientes, acompanhantes e profissionais do hospital relataram que uma tubulação que abastece a unidade com o gás O2 se rompeu.

Um aviso do perigo iminente de explosão foi afixado pela equipe de manutenção em uma das paredes do sétimo andar reforçando o risco. Pacientes e acompanhantes foram transferidos para o terceiro andar por conta do vazamento. Algumas pessoas preferiram sair do hospital e ficar aguardando o conserto da tubulação. Um dos funcionários do hospital, Rômulo Xavier, informou que a vazão do gás aumentou gradativamente na noite de terça-feira.

Ainda de acordo com acompanhantes de pacientes, uma pane elétrica foi registrada na tarde de terça-feira no terceiro andar do Hospital Universitário da UFPB. Maísa Carvalho, acompanhante de um dos pacientes, reclamou das condições da unidade hospitalar. “A gente quer uma providência para tirar os pacientes porque a gente está aqui para buscar saúde e não para morrer”, disse.

O gerente do hospital, Alberto Palmeira, confirmou o vazamento e assumiu que havia risco de explosão. Segundo ele, a quebra de uma válvula antiga teria causado o vazamento do gás inflamável. “A arquitetura e o projeto são de 40 anos. Quando foi feita essa instalação, não foi feita por válvula por andar. Informamos a empresa que fornece o gás e recebemos a resposta de que eles não têm essa válvula”, comentou. Apesar do problema com o fornecedor, o gerente garantiu que o problema será solucionado nesta quarta-feira (12).

“O nosso engenheiro do hospital disse que não tem problema, só é não manipular fagulha próximo ao vazamento de oxigênio”, completou Alberto Palmeira. Ainda de acordo com ele, a pane elétrica registrada no terceiro andar foi, na verdade, um problema com um transformador, mas não teria chegado a ser um curto-circuito.
O G1 entrou em contato com a empresa que abastece o Hospital Universitário Lauro Wanderley e foi informado que o trabalho de manutenção das tubulações é feito por funcionários do próprio hospital. O material que faltava para correção do vazamento deve chegar nesta quarta-feira, segundo a empresa que fornece o oxigênio.

Redação com G1

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