Por Wellington Farias

Na prática, o novo ano brasileiro só começa mesmo depois do carnaval. A partir da segunda quinzena de dezembro o País já começa a mergulhar numa festança quase sem fim.

Somente a partir da quinta-feira pós-carnaval é que as coisas começam a andar. Mesmo assim, ainda há quem ache pouco e dê aquela famosa esticadinha de feriado até a noite do domingo seguinte, para voltar ao batente na segunda-feira.

Na política

Os blocos carnavalescos se foram. Agora, entram na avenida os blocos políticos. Desta vez, face à carência de lideranças de maior expressão, tudo indica que teremos vários blocos de frenéticos cafuçus loucos para encontrar um espaçozinho à sombra.

Até agora, não surgiu um nome que verdadeiramente empolgue o eleitor. Este está cada vez mais apático, sem tesão pela política, e pouco ou nada interessado em saber as propostas dos candidatos até agora ventilados, com honrosíssimas exceções.

Articulações

Nos próximos dias veremos os grupos definindo suas candidaturas, isto é: aqueles que têm algum cacife para fazê-lo, porque a maioria não tem a menor condições de se postar na raia da disputa. Vai, isto sim, barganhar, “vender” as suas candidaturas, como sempre acontece.

A essa altura as melhores expectativas se voltam para quem será o candidato do grupo do governador João Azevedo? E o candidato do grupo de Cartaxo?

Mudando a pancada

Mas será que Ricardo Coutinho vai ser candidato? E se Cícero Lucena desistir de desistir da disputa e entrar no páreo? Ai, sim, a pancada do pombo é diferente.
Aliás, uma disputa entre Ricardo Coutinho e Cícero Lucena iria fazer a política pessoense voltar aos memoráveis tempos. A campanha ganharia tamanho digno de seduzir o interesse do pessoense.

 

Wellington Farias

PB Agora

Por Wellington Farias

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