Além do fator amizade, o longo sofrimento físico de Patrícia Navarro Braga, que durou mais de 20 anos, causou impacto e sensibilização aos que se relacionam com o casal Wilson/Lúcia Braga ao longo de décadas, conforme pôde-se verificar na celebração da Missa de 7º Dia em sufrágio de sua alma, ocorrida a partir das 17h00 de ontem (29), na paróquia de Nossa Senhora de Fátima, no Bairro do Miramar, da Capital paraibana.
Com o templo superlotado, então, o ato religioso foi celebrado pelo padre José Carlos, um dos pregadores mais precoces da Igreja Católica, na cidade de João Pessoa, que desfruta, há muito tempo, de sólida amizade com Wilson e Lúcia Braga.
De pregação vibrante e contemporânea, o sacerdote ressaltou as vissicitudes por que tem passado a família Braga, em todo esse tempo, porém ressalvando que o sentimento de pena não é o que condiz com o sentido de consolação contido no Evangelho de Jesus Cristo, em momentos como esses.
Para ele, a morte apenas assinala a transição de uma experiência existencial para outra, e que o exercício da fé é o que a todos confere segurança na consecução desse processo.
A celebração do padre José Carlos também foi na intenção de várias outras pessoas recentemente desaparecidas, inclusive do filho de Wilson e Lúcia Braga, Marcelo Navarro Braga, que morreu vai fazer quatro anos.
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