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Acquaí Park entra na trend do “Será?” após novo atraso nas obras e recebe chuva de críticas

Foto: print vídeo @acquaípark

A divulgação de um novo prazo para a inauguração do Acquaí ParK, em João Pessoa, prevista agora para agosto, gerou uma enxurrada de comentários nas redes sociais — muitos deles marcados por desconfiança, ironia e cobrança por parte do público.

Em uma publicação que tenta dialogar com uma trend baseada na expressão “Será?”, o perfil do empreendimento buscou responder às dúvidas sobre o andamento das obras e garantiu que o parque será aberto ao público. “Mas não se preocupem, o aquaí vai abrir sim. Em agosto a diversão começa”, afirma o texto.

No entanto, a reação dos internautas foi imediata e majoritariamente crítica. Nos comentários, usuários relembraram promessas anteriores não cumpridas, especialmente a expectativa de inauguração ainda no verão de 2025 — posteriormente adiada para 2026.

“Será? Seria pro verão passado. Passou o verão, agora ficou para agosto! Não especificou o ano”, ironizou um seguidor. Outro comentário reforça o tom de descrédito: “Vocês prometeram para o verão de 2025, depois 2026… agora agosto? Só se for agosto de Deus”.

A expressão “Agosto de Deus”, inclusive, passou a se repetir entre diversas respostas, simbolizando a falta de confiança em relação ao novo cronograma apresentado.

Além das críticas ao atraso, alguns internautas também levantaram questionamentos sobre questões financeiras. Há relatos de clientes que afirmam ainda não ter recebido documentos após a quitação de valores.

“Quero saber por que ainda não entregaram os títulos de quem já pagou. Prometeram 90 dias”, escreveu um usuário, alertando outros a guardarem comprovantes.

Também surgiram dúvidas sobre possíveis reembolsos. “Será que devolve meu dinheiro?”, questionou outro seguidor.

Apesar do tom predominante de cobrança, alguns comentários demonstram compreensão em relação à complexidade da obra. “Super normal um projeto desse porte ter atraso”, avaliou um internauta, citando dificuldades como escassez de mão de obra.

Ainda assim, a maior parte das manifestações aponta desgaste na relação entre o empreendimento e o público, especialmente diante das sucessivas mudanças de prazo.

Enquanto a inauguração não se concretiza, a expectativa segue dividida entre esperança e desconfiança — resumida em uma frase recorrente entre os comentários: “Enquanto houver verão, sempre haverá esperança”.

PB Agora

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