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Taylor: o sentimento é de tristeza

 Todo o mundo ficou impressionado quando Taylor Lautner ganhou quase quinze quilos de músculo entre “ Crepúsculo ” (2008) e “ Lua Nova ” (2009), para mostrar a mutação de seu Jacob Black em um lobisomem — na época ele tinha apenas 16 anos. A partir daí, foi comum vê-lo sem camisa, para alegria das fãs, sempre que o personagem ficava mais esquentadinho ou se transformava para defender Bella, seu amor platônico. Em “ Amanhecer – Parte 2 ”, que estreia esta quinta-feira (15) no Brasil, o ator aparece de peito nu pela última vez, em cena devidamente comemorada pelo próprio.

Numa mesa redonda com a participação do iG , em Los Angeles, Taylor conta que, no fim das filmagens, ele foi direto para um restaurante se vingar da própria dieta: “Fui jantar e acho que nem pedi comida, só sobremesa. Comi que nem um porco na semana seguinte”, brincou.

 

Hoje aos 20 anos de idade, e no topo do mundo, Taylor se despede da saga, dos amigos que fez nos últimos cinco anos e também de sua adolescência, acompanhada de perto pelos twi-hards. E apesar de ter perdido parte da juventude fugindo dos paparazzi e do assédio dos fãs, o norte-americano garante que não trocaria sua história por nada.

 

“Tudo bem, perdi meu baile de formatura. Mas não reclamo nem por um segundo por ter perdido essas experiências”, diz.

Na entrevista a seguir, Taylor escolhe sua cena favorita de “Amanhecer – Parte 2” e fala sobre a amizade eterna que terá com Robert Pattinson e Kristen Stewart . Ele ainda comenta sua última passagem pelo Brasil, declara amor por reality shows musicais e diz que não descarta participar de projetos futuros envolvendo Jacob: “Sempre disse que Stephenie Meyer é genial, e se viesse da mente dela, eu consideraria.”

iG: Está triste ou aliviado com o fim da saga?
Taylor Lautner: As duas coisas. Provavelmente o sentimento dominante é a tristeza. Mas também é empolgante estrear o último e virar a última página. É um bom sentimento.

iG: Qual sua cena favorita neste último filme?
Taylor Lautner: Algumas. Digo que a minha cena favorita é a do começo, quando Jacob conta a Bella que ele sofreu um “imprinting” com sua filha. E ela não leva na boa. A cena traz um sorriso ao meu rosto quando a vejo, a gente riu o tempo inteiro quando filmou. É uma cena engraçada. E Kristen está tão legal nessa cena…

 

iG: Ela te deu uma surra!
Taylor Lautner: Ela deu! Ela deu! Ela é mais forte do que você imagina. Ela é mais atlética do que você imagina. Quero dizer, não me entenda mal, ela é desajeitada, mas é atlética também.

 

iG: Aceitaria estar num filme derivado de “Crepúsculo”, com a história de Jacob e Renesmee?
Taylor Lautner: Eu consideraria. Sempre disse que Stephenie Meyer é genial, e se viesse da mente dela, eu consideraria.

iG: Com que frequência seus amigos tiram uma da sua cara por causa do “imprinting”?
Taylor Lautner: Sabe, todos os meus amigos se comportam bem em relação a isso, mas Rob gosta de tirar uma da minha cara que eu fiz um “imprinting” num bebê. Ele nunca vai deixar essa passar, pelo resto das nossas vidas.

 

iG: O que achou da cena da batalha?
Taylor Lautner: Não participei quase, porque estou lá como Jacob na forma de lobo. Então só fiz alguns momentos-chave. Mas, quando li o roteiro, fiquei impressionado, eram páginas e páginas. Vai ser uma cena de batalha grande num filme da “Saga Crepúsculo”. Adorei depois que vi. Acho que os caras vão curtir, e as garotas também.

iG: Quando vocês terminarem de promover o filme, vai sentir falta de Kristen e Rob?
Taylor Lautner: Com certeza. Não é que não vá nunca mais vê-los, ainda vamos manter contato e nos ver o máximo possível. Mas é chato não ter a desculpa para passar cada dia com eles, filmando e promovendo os filmes.

iG: Quantos roteiros você está recebendo em que, na página três, está escrito: “Tira a camisa”?
Taylor Lautner: Alguns. Alguns. Mas, assim que vejo isso, eu me desinteresso imediatamente. Quer dizer, se fizer sentido para o personagem, se for um personagem e um roteiro que eu ame, tudo bem. Não pode ser algo aleatório, como “garoto caminha pela escola e, como está calor, tira a camisa” (risos). Tem de fazer sentido.

iG: Como foi tirar a camisa pela última vez na saga? Ficou aliviado?
Taylor Lautner: Sim. Foi uma cena divertida de rodar, mas também um pouco estranha. Foi difícil não rir enquanto estava tirando minha roupa na frente de Billy Burke. Eu celebrei quando terminei, porque era minha última cena sem camisa na franquia. Fui jantar e acho que nem pedi comida, só sobremesa. Comi que nem um porco na semana seguinte.

iG: Se oferecessem um papel com cara de Oscar, mas para o qual você precisasse ganhar 25 quilos. Faria?
Taylor Lautner: Se eu acreditasse no filme e amasse o personagem, faria qualquer coisa, com certeza. Não é que queria ganhar 15 quilos de músculos quando fiz Jacob. Não foi divertido. Agora até perdi, porque aquele visual era só para o Jacob.

iG: Então você não está na academia cinco dias por semana?
Taylor Lautner: É um pouco diferente, não tem muito levantamento de peso. Mas eu amo esportes, então posso apenas jogar basquete, futebol, ficar em forma em vez de ganhar massa muscular.

ASSISTA – Fim da linha: veja o trailer de " A Saga Crepúsculo – Amanhecer 2"

iG: De que forma sua vida mudou depois da série?
Taylor Lautner: Mudou muita coisa. Nem sei por onde começar. Antes de “Crepúsculo”, nunca imaginei estar sentado aqui, fazer o que eu amo fazer. A saga nos deu oportunidade de sair e fazer coisas diferentes. Nem nos meus sonhos mais malucos.

iG: Você começou tão jovem, o público o viu crescer. Acha que perdeu coisas na sua adolescência?
Taylor Lautner: Perdi algumas coisas? Sim. Mas eu trocaria pelas experiências que pude viver nos últimos quatro anos? Não. Tudo bem, perdi meu baile de formatura, mas não reclamo nem por um segundo por ter perdido essas experiências.

iG: A atenção das fãs ainda é a mesma?
Taylor Lautner: Acho que cresceu a cada vez. É isso que me surpreende. Quando “Crepúsculo” foi lançado, foi maior do que qualquer um tinha imaginado. Mas a parte mais louca é que cresceu desde então, os fãs ficaram ainda mais apaixonados. O apoio que recebemos dos fãs é surreal.

iG: Você foi ao Brasil recentemente, mais uma vez. Como foi desta vez?
Taylor Lautner: Ninguém invadiu o hotel desta vez, então acho que foi um pouco menos maluco. Mas elas são apaixonadas. Havia centenas na porta do hotel. E elas têm as vozes mais altas que já ouvi! Fazem hinos com nossos nomes, cantam… É impressionante.

iG: Qual a coisa mais maluca que uma fã fez?
Taylor Lautner: Não sei se a mais maluca, mas uma que me parece muito dedicada aconteceu numa vez na Austrália, quando eu estava assinando coisas. E às vezes elas esticam pedaços do corpo para a gente assinar. Acabei dando um autógrafo no braço de uma fã, bem grande. No dia seguinte, ela fez uma tatuagem no braço. Um amigo me mandou a foto, eu nem acreditei. Fiquei me sentindo mal por ter assinado seu braço.

iG: O que gosta de fazer num dia livre?
Taylor Lautner: Às vezes, nada, se eu tiver passado um período muito ocupado. Aí o melhor sentimento é ficar largado no sofá, ver televisão. Assisto todos os concursos de canto, como “The Voice”, “X Factor”, “American Idol”.

iG: Gostaria de ser cantor?
Taylor Lautner: Ah, com certeza não! As pessoas iam chorar se me ouvissem cantar (risos). Sou terrível. Não consigo nem cantar no chuveiro, porque não suporto o som da minha própria voz! (risos)

iG: O que espera do futuro?
Taylor Lautner: Tento dar um passo de cada vez. Mas espero poder continuar fazendo isso pelo resto da minha vida. Quero aprender com outras pessoas pelo resto da minha vida.

 

 

IG

 

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