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Obama se diz orgulhoso sobre reunião histórica do G20

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, elogiou nesta quinta-feira (2) e se disse "orgulhoso" dos resultados das discussões que ocorreram durante o encontro do G20 (grupo de líderes de países desenvolvidos e em desenvolvimento).

Obama disse que a reunião foi "muito produtiva" e constituiu "um marco", pelo "conjunto sem precedente de ações coordenadas" decididas.

As "medidas ousadas" aprovadas "são necessárias para reativar a economia mundial, mas ainda não se sabe se suficientes" para tirar o mundo da crise", declarou Obama durante uma entrevista coletiva.

"Esse tipo de coordenação é realmente histórica. Se você imaginasse há dez ou 30 anos que você teria Alemanha, França China, Brasil, um presidente dos Estados Unidos chamado Obama, negociando tão tranqüilamente para consertar a economia global, você diria: isso é louco", afirmou o presidente.

"Estou muito orgulhoso do que aconteceu aqui. Isso sozinho não é suficiente", disse.

O presidente dos Estados Unidos disse que a cúpula do G20 em Londres foi "muito produtiva" e constituiu "um marco", pelo "conjunto sem precedente de ações coordenadas" decididas. As "medidas ousadas" aprovadas "são necessárias para reativar a economia mundial, mas ainda não se sabe se suficientes" para tirar o mundo da crise", declarou Obama durante uma entrevista coletiva.

"Hoje aprendemos as lições da história. Sei que nos dias que antecederam a cúpula, alguns confundiram o que era um debate sincero e aberto com divergências irreconciliáveis. Contudo, após semanas de negociação prudente, conseguimos chegar a um acordo sobre uma série de medidas para restabelecer o crescimento e impedir uma crise como esta de se repetir", acrescentou Obama. 

Obama anunciou ainda que a ajuda alimentar e agrícola dada pelos Estados Unidos à África, América Latina e outras regiões pobres do planeta será duplicada, chegando a mais de US$ 1 bilhão devido à crise econômica. "E isso não é caridade. Esses são futuros mercados", disse.

O presidente disse que começaria a trabalhar com o Congresso nos próximos dias para dar US$ 448 milhões em ajuda imediata, destinada às populações mais vulneráveis do continente africano e latino-americano.

 

UOL

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