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“Voltamos a disputar a abertura da Copa”, diz governador do DF

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A carta da Fifa com a afirmação de que não há nada definido sobre a abertura da Copa-2014 animou o governo do Distrital Federal, que decidiu que pelo menos até o fim do ano insistirá em sediar o primeiro jogo do campeonato.

"Voltamos ao jogo. A partir do momento que a Fifa diz que não tem definição e todos os atributos serão levados em conta, nos credenciamos a disputar a abertura porque estamos dentro do cronograma, enquanto o Itaquerão não tem nem financiamento", disse o governador do DF, Rogério Rosso (PMDB).

Defensor de fazer de Brasília a abertura da Copa-2014, Rosso fica no governo até o fim do ano, quando assume o petista Agnelo Queiroz. "O que eu posso garantir é que até o fim do ano a obra vai ter a verba para um estádio de 70 mil lugares. É importante Brasília sediar a abertura porque é a capital do país, não tem rixa com ninguém", disse Rosso.

Conforme a Folha antecipou, a carta da Fifa contradiz o discurso inicial de Ricardo Teixeira, presidente do comitê local, que anunciou junto com prefeitura e governo de São Paulo que a abertura da Copa será no Itaquerão, novo estádio do Corinthians.

"Fique seguro que nenhuma decisão final foi tomada. É importante esclarecer, entretanto, que a decisão da abertura vai ser tomada em definitivo pelo comitê local. Estamos confiantes que todos os pontos fundamentais vão ser levados em conta antes", diz a carta do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.

Na prática, a indefinição da Fifa coloca mais pressão sobre o governador eleito do DF, Agnelo Queiroz. O petista anunciou, há duas semanas, que iria reduzir a lotação do estádio Mané Garrincha de 70 mil para 40 mil lugares. A condição era caso a Fifa confirmasse o discurso de Ricardo Teixeira e definisse a abertura no Itaquerão, o que acabou não acontecendo.

Assim, o governo do DF volta a discutir até quando há prazo viável para mudar o estádio _ caso a Fifa ainda demore para definir a abertura da Copa-2014. Segundo a Folha apurou, o governo distrital avalia que uma decisão da Fifa para o ano que vem aumenta os ricos de o estádio atrasar, caso sejam necessárias mudanças profundas no projeto para reduzir para 40 mil lugares.
 

 

Folha online

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