A partida era entre Bétis e Salamanca pala segunda divisão do campeonato espanhol neste domingo. Aos 15 minutos do segundo tempo, o meia do Salamanca, Miguel García, teve uma parada cardíaca repentina e ficou desacordado. Rapidamente as equipes médicas dos dois times prestaram socorro ao jogador, que foi reanimado através de um desfibrilador. Os médicos tiveram ainda que abrir uma via respiratória no atleta, ainda em campo. Felizmente, o jogador deixou o estádio consciente sob aplausos da torcida e agora está estável no hospital.
Um caso semelhante, mas sem final feliz, marcou o Brasil em 2004 no estádio do Morumbi. O zagueiro Serginho do São Caetano teve uma parada cardíaca aos 14 minutos do segundo tempo na partida entre São Caetano e São Paulo. Na época, médicos atribuiram o óbito do jogador a falta de desfibrilador para atendimento imediato. O caso fez com o que o equipamento passase a ser obrigatório nas partidas de futebol no país.
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