Não resolveu para ninguém. O Vasco foi a campo para enfrentar o Joinville neste domingo, no Maracanã, e saiu apenas com um empate em 0 a 0. O resultado não foi satisfatório para a equipe Cruzmaltina, tampouco para os visitantes. Os dois continuam com o mesmo número de pontos, não se moveram na tabela do Campeonato Brasileiro e continuam em situação preocupante na zona de rebaixamento.
Eram os dois piores ataques e a defesa mais vazada do Brasileirão em campo. Enquanto o Joinville marcou apenas nove vezes na competição, o Vasco tinha apenas oito gols anotados e, em contrapartida, 29 sofridos. O equilíbrio das estatísticas se refletiu em campo e as duas equipes não conseguiram ser efetivas e criaram poucas chances reais de gol. O resultado coroou as atuações fracas e sem entusiasmo de ambos.
Os dois times permanecem empatados também na tabela, com 13 pontos. Enquanto o Vasco leva a pior, na 19ª posição, o Joinville fica uma casa acima, na 18ª colocação. O Cruzmaltino volta a jogar contra o Santos, na quarta-feira, às 21h, na Vila Belmiro. Já a equipe catarinense encara o Cruzeiro na quinta-feira, às 21h, na Arena Joinville.
O JOGO
Os primeiros 45 minutos de jogo foram mornos, em ritmo bem lento para as duas equipes. O Joinville aproveitava os primeiros momentos para tentar forçar o ataque, mas não chegava com precisão ao gol de Martín Silva.
Aos oito minutos, Marcelo Cobrou escanteio para a equipe visitante, Jomar, fazendo seu primeiro jogo na temporada substituindo Luan, afastou o perigo, mas na sequência se enrolou com Rodrigo e quase abriram o placar para o Joinville, fazendo gol contra.
A primeira chance de gol do Vasco chegou aos 17 minutos, com Jhon Cley, que recebeu a bola de Dagoberto. O meia arriscou chute, mas mandou nas mãos do goleiro Agenor. A jogada reproduziu o que seria o retrato do restante do primeiro tempo do jogo: o Cruzmaltino chegando ao ataque, mas sem levar de fato perigo ao Joinville, com chutes fracos e sem precisão.
Aos 22, outra boa chance para o Vasco, com Dagoberto, que se tornou o principal nome da etapa inicial. O atacante brigou pela bola dentro da área, conseguiu dominar, mas chutou para fora. O jogador ainda teve outra chance parecida, aos 29 minutos, mas novamente mandou rende ao gol de Agenor.
Apesar da maior presença do Vasco no campo de ataque, o jogo permanecia equilibrado. A equivalência entre os times podia ser observada na posse de bola, que permanecia praticamente empatada. Enquanto a equipe da casa ficava com 52%, os visitantes tinham 48%.
Se Martín Silva foi criticado pela falta de ritmo no último jogo, o goleiro demonstrou que a semana dedicada aos treinos deu resultado. Aos 30, Diego chegou com perigo ao gol do Vasco, após falha da defesa, e o uruguaio fez ótima defesa, salvando a equipe de Celso Roth.
Em resposta, Herrera criou a melhor oportunidade, logo na sequência. O argentino recebeu sozinho dentro da área, mas desperdiçou a chance, chutando em cima do goleiro adversário.
O início do segundo tempo reproduzia o que foi visto na primeira etapa do jogo. O Joinville aproveitava os momentos iniciais para pressionar o Vasco. Aos dois minutos Kadu tocou para Kempes, que chutou e obrigou o goleiro vascaíno a aparecer novamente.
O Vasco passou a atacar com mais velocidade, ao contrário do que se viu no primeiro tempo, em que o jogo permanecia devagar. Aos dez, conseguiu levar perigo ao gol de Agenor, com cobrança de falta de Dagoberto e chute de Jomar.
Aos 11, Kempes, o nome do Joinville no jogo, conseguiu driblar Rodrigo dentro da área, mas chutou para fora e viu a bola tocar a rede pelo lado de fora.
Dagoberto ainda teve uma boa oportunidade para o lado vascaíno antes de ser substituído por Thalles. Christiano deu bom passe para o meio da área. O atacante, sozinho, furou e não alcançou a bola, ao mesmo tempo que a bandeira era levantada marcando impedimento.
Aos 42, após jogada em que Thalles caiu dentro da área pedindo pênalti, o Joinville partiu para o ataque e criou uma de suas melhores oportunidades no jogo. Kempes recebeu e pegou de primeira, mas não acertou a mira do chute e mandou para fora do gol do Vasco.
Apesar da leve superioridade do Vasco no ataque, o time de Celso Roth ainda deu espaços para o Joinville. Nenhuma das duas equipes soube aproveitar as chances que criou e não conseguiram alterar o placar. Os dois piores ataques do Brasileirão mais uma vez não funcionaram, e o jogo não saiu do 0 a 0 no Maracanã.
FICHA TÉCNICA
VASCO 0 X 0 JOINVILLE
Estádio : Maracanã
Público e renda : 41.581 presentes / R$ 1.432.035,00
Árbitro : Luiz Flávio de Oliveira
Gols : –
Cartão amarelo : Anderson Salles, Madson (Vasco); Marcelo Costa, Marion (Joinville)
Cartão vermelho : –
VASCO : Martín Silva; Madson, Jomar, Rodrigo e Christiano; Anderson Salles (Riascos, aos 17 do 2ºT), Guiñazu, Julio dos Santos e Jhon Cley; Dagoberto (Thalles, aos 16 do 2ºT) e Herrera (Rafael Silva, aos 34 do 2ºT); Técnico: Celso Roth
JOINVILLE : Agenor; Arnaldo, Bruno Aguiar, Guti e Diego; Naldo (Luiz Menezes, aos 25 do 2ºT), Anselmo, Marcelo Costa e Lucas Crispim (Kadu, no Intervalo); Edigar Junio (Marion, aos 27 do 2ºT) e Kempes; Técnico: PC Gusmão
ODiaonline
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