A única boa notícia para o Brasil depois do encerramento do UFC 166, na madrugada de domingo, foi o anúncio de que mais um lutador do país terá a chance de disputar o cinturão dos pesados. Enquanto Júnior Cigano era atendido num hospital de Houston depois de sofrer uma duríssima derrota para o campeão Cain Velasquez, Dana White, o presidente do UFC, confirmava que o gaúcho Fabrício Werdum, de 36 anos, será o próximo desafiante do americano.
Werdum, que estava bem ao lado do octógono (é comentarista nas transmissões de TV para a América Latina), assistiu à luta com luvas nas mãos – segundo ele, para mostrar que está mais do que pronto para encarar Velasquez. O campeão elogiou o brasileiro, mas mostrou muita confiança para o duelo. E com razão. Velasquez vive um momento excepcional na carreira – e sua sequência positiva foi alimentada justamente por boas vitórias sobre atletas brasileiros. Em suas últimas sete lutas, seis foram contra lutadores do país. Velasquez ganhou cinco e perdeu só uma, para Cigano, quando voltava de um longo tempo parado e estava sem ritmo.
Além de Cigano, Rodrigo Minotauro e Antonio Pezão (duas vezes) foram as outras vítimas de Velasquez, que tem apenas uma derrota na carreira. Ambos nem sequer chegaram ao segundo round – foram nocauteados logo nos minutos iniciais. Werdum, que vem de três vitórias consecutivas desde que voltou ao UFC (estava no Strikeforce), já perdeu para Cigano, mas isso não significa que o gaúcho tem menos chances de sucesso contra Velasquez do que o catarinense.
"O jogo do Cain é perfeito pra mim", tuitou Werdum logo depois da derrota de Cigano, em referência à sua boa técnica na luta agarrada. Velasquez falou sobre o brasileiro na entrevista coletiva depois da luta: "É um lutador muito bom, um campeão e respeito ele. É bom em pé e tem um bom jiu-jítsu". Dana White parece concordar com a avaliação de Werdum: "Será a primeira vez que Velasquez vai encontrar alguém que pode ameaçá-lo se a luta for para o chão". Mesmo sendo um veterano, o gaúcho recebeu elogios de Dana White por sua evolução. "Seu jogo melhorou como um todo. É um cara grande, forte e resistente. Com seu ótimo jiu-jitsu, vai querer levar a briga para o solo, o que torna essa luta muito interessante", disse o chefão, já promovendo o duelo.
PB Agora com VEJA
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