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Togo se prepara para deixar Copa Africana; mais duas mortes são confirmadas

A seleção de Togo já começou os preparativos para deixar Angola e cancelar a participação na Copa Africana de Nações após o ataque sofrido na sexta-feira pelo ônibus da delegação. Pelo menos nove pessoas ficaram feridas no atentado. O número de mortos aumentou para três – foram confirmadas as mortes do porta-voz e do assistente técnico, além do motorista do veículo. A competição está programada para começar domingo.

Logo após o atentado, o principal jogador do time, Emmanuel Adebayor, deixou claro o desejo dos jogadores de abandonar a Copa Africana. De acordo com o jornal francês L’Equipe, um avião já partiu da capital do Togo para buscar os jogadores. “Esperamos o avião para voltar a Lomé”, declarou, animado, o jogador Alaixys Romao à publicação.

“Estamos conversando com outras seleções do nosso grupo (Burkina-Faso, Costa do Marfim e Gana) para tentar convencê-los a boicotar a competição também”, completou Romao na entrevista ao L’Equipe.

Enquanto isso, informações desencontradas circulam na imprensa estrangeira. A BBC já noticiou que Togo já desistiu da Copa Africana. Mas a Al Jazeera publica que a seleção decidiu continuar na competição.

O ministério dos Esportes de Angola assegurou neste sábado que o evento será mantido mesmo após o ataque. Já os clubes ingleses Hull City e Tottenham se manifestaram a favor do cancelamento da competição.
Número de mortos

Se antes apenas o motorista teria morrido, agora o representante da confederação africana Kodjo Samlan declarou que dois integrantes da delegação de Togo estão mortos. “O porta-voz Stanislas Ocloo e o treinador adjunto Abalo Amelete faleceram às quatro horas da manhã”, disse ele.

Segundo um primeiro balanço da federação togolesa, haveria nove feridos e um morto. Mas o falecimento do motorista não foi confirmado pelo representante da confederação africana na TV de Togo.

Há ainda a expectativa sobre o goleiro Kodjovi Obilalé, que foi baleado e está em estado grave. Ele foi transportado para Johanesburgo, na África do Sul, onde vai receber tratamento adequado.

 

 

 

UOL

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