Ao contrário do desembarque no Rio de Janeiro, onde a seleção passou por torcedores e jornalistas, em São Paulo os jogadores evitaram contato com as pessoas que esperavam no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.
O Avião chegou às 4h45, com meia hora de atraso devido à neblina na Grande São Paulo. Os jogadores contaram com o apoio da polícia para sair do aeroporto sem serem notados pelas quase 200 pessoas, entre fãs e jornalistas, esperavam a chegada dos jogadores brasileiros.
Apenas o chefe da delegação brasileira, o presidente do Corinthians, Andrés Sanches e o fisioterapeuta Luis Rosan se arriscaram a sair pelo saguão do aeroporto.
Com isso a passagem da seleção por São Paulo acabou sendo tranquila, ao contrário do ocorrido no Rio de janeiro, onde o auxiliar-técnico Jorginho discutiu com torcedores e jornalistas, e Felipe Melo foi escoltado até seu carro aos gritos de "vacilão".
Em Cumbica, a movimentação de torcedores era pequena. A maioria das pessoas que esperavam pela seleção era formada por jornalistas e fotógrafos, enquanto outra boa parte era de curiosos que estavam no aeroporto e descobriram naquele momento que a seleção desembarcaria em breve.
Mas com o passar do tempo, a esperança de todos foi virando frustração. O grande tumulto na estreita porta do desembarque internacional do Terminal 1 do aeroporto não daria conta da quantidade de jornalistas que esperavam pela seleção. Alguns seguranças e policiais militares tentaram organizar a situação, mas coube a um deles avisar que ninguém sairia pelo portão normal, pois os atletas já haviam deixado o aeroporto por outra saída.
Pouco a pouco, os passageiros que desembarcavam confirmavam a informação. Segundo eles, os jogadores foram muito assediados por fãs no desembarque e na área de recolhimento das bagagens, mas depois foram encaminhados para outra saída. De acordo com os mesmos passageiros, o técnico Dunga, o meia Kaká, o atacante Robinho e o zagueiro e capitão Lúcio estavam entre os presentes no desembarque.
r7








