Michael Schumacher anunciou, nesta quinta-feira, no circuito de Suzuka, no Japão, a sua aposentadoria definitiva da F1 ao término da temporada de 2012. O heptacampeão mundial, que perdeu sua vaga na equipe Mercedes para Lewis Hamilton para a próxima temporada, havia deixado seu futuro em aberto após os recentes anúncios no mercado de pilotos.
Depois de algumas especulações, incluindo um possível contato com a Sauber, o alemão, de 43 anos, acabou com o mistério e afirmou que encerrará a sua carreira na categoria após o GP do Brasil, no fim de novembro.
Esta será a segunda vez que Schumacher anuncia sua retirada do Campeonato Mundial. Em 2006, após uma longa e bem-sucedida trajetória pela Ferrari, o alemão pendurou o capacete após ser derrotado por Fernando Alonso na luta pelo título.
“Tinha dúvidas há algum tempo se eu tinha energia para continuar. Em 2006, disse que minhas baterias estavam esgotadas. Agora, elas estão no vermelho”, disse Schumacher. “Não sei se há tempo de recarregá-las, mas estou ansioso para aproveitar minha liberdade. Apesar de ainda me sentir apto a competir com os melhores pilotos, chega uma hora em que é preciso dizer adeus. Não é meu estilo continuar se eu não estou 100%, e, por isso, a decisão me deixa aliviado.”
Schumacher admitiu que passou parte do ano indeciso com relação ao seu futuro, mas a contratação de Hamilton facilitou a escolha de seu futuro. “A equipe encontrou em Lewis uma opção, e isso me ajudou a tomar uma decisão. Obviamente, eu tinha a opção em definir a minha situação antes, mas eu estava indeciso. Não estava seguro sobre mim mesmo. Na vida, às vezes o destino se desenvolve sozinho, e foi assim que aconteceu”, filosofou.
O alemão também confirmou que poderia continuar na categoria caso assim preferisse, mas a aposentadoria lhe pareceu a melhor escolha. “Se eu quisesse continuar, eu tinha opções. Mas, sinceramente, eu não tinha vontade. Veremos o que vem depois. Não faz sentido tentar tomar qualquer decisão agora.”
Assim, Schumacher põe fim em sua trajetória após três anos na Mercedes, onde completou, até agora, 52 provas e conquistou, como melhor resultado, o terceiro lugar no GP da Europa de 2012 .
“Não atingimos nossas metas, mas posso ficar feliz com as conquistas que tive em minha carreira no geral. Não tenho ressentimentos. Agora, gostaria de me concentrar no fim da temporada e aproveitar essas últimas seis corridas do ano.”
UOL
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