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Presidente do Campinense é destituido

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Mesmo destituído da presidência do Campinense, presidente rejeita ato e diz que atitude é inconstitucional

O presidente do Campinense Clube, Rômulo Leal foi destituído na noite de ontem, (9), da função de presidente Rubronegro. A decisão foi tomada a portas fechadas pelo Conselho Deliberativo da Instituição. No entanto, Rômulo disse que a atitude é totalmente inconstitucional e que não lhe foi concedido direito à ampla defesa, além de não ter sido notificado formalmente para participar da reunião que culminou em sua demissão.

A reunião dos integrantes do Conselho Deliberativo do Campinense aconteceu durante quase duas horas a portas fechadas, sob protestos dos torcedores. Além da destituição de Rômulo Leal, que foi comemorada pelos torcedores, foi anunciada a renúncia de dois membros da diretoria.

O presidente em exercício Ademilson Dari informou que convocou uma assembleia para a próxima terça-feira (16), às 19h, na Associação Campinense de Imprensa (ACI) para referendar o resultado do encontro e marcar a data das próximas eleições no clube.

Dívidas: o próximo presidente do Campinense Clube poderá encontrar uma dívida de R$ 10 milhões. Foi o que revelou Rômulo Leal. Ele falou sobre a insatisfação frente à decisão do clube e ainda detalhou a crise financeira pela qual passa o time.

Na semana passada, pela segunda vez no ano, todos os bens do clube foram apreendidos pela Polícia Federal, cumprindo determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Ainda conforme Rômulo, são pelo menos R$ 6 milhões em dívidas federais, R$ 2 milhões em questões com a Justiça do Trabalho e cerca de R$ 1,5 milhão em empréstimos feitos pelo clube a investidores de Campina Grande.

Um destes convênios no valor de R$ 500 mil ocorreu com o empresário Edson Cândido e foi considerado irregular, culminando no fim da parceria. Como ficará a situação do Campinense e as dívidas a serem pagas ainda permanecem sem respostas.

Rômulo finalizou informando que quando for notificado pelo Conselho formalmente, irá fazer um pronunciamento. “Por enquanto não há o que se falar em destituição. O Conselho Deliberativo está agindo inconstitucionalmente, pois não respeita os conceitos de ampla defesa. Há uma ilegalidade neste ato, mais um dentre tantos, o que mostra o total desconhecimento do estatuto do Clube”.

A administração de Rômulo Leal durou cinco meses. Esse assumiu a frente do Clube no último dia oito de junho do corrente ano, após saída do então presidente Saulo Miná. Ontem, além da destituição de Rômulo, foi aprovado por unanimidade pelo Conselho Deliberativo o fim da co-gestão com o empresário carioca Edison Cândido.

Simone Duarte

PB Agora
 

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