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Phelipe Cordeiro explica porque desistiu de concorrer à reeleição no Campinense, e diretor de marketing deve ser candidato único

Conquistas, metas e desafios. Um dos responsáveis pela ascensão do Campinense a Série C do Campeonato Brasileiro, o Phelipe Cordeiro, explicou ao PB Agora, os motivos pelos quais decidiu não concorrer à reeleição, mas indicar um nome.


Phelipe Cordeiro, que saiu das arquibancadas para a cadeira de presidente, e depois entrou para a história do clube, disse que vai descansar, investir em outros projetos, mas permanecerá como colaborador do clube.

Fhelipe disse que já cumpriu o seu papel, e quando terminar o seu mandato em dezembro, pretende descansar, e voltar a ser um colaborador do clube.  Ele revelou que o candidato poderia ser o atual diretor de futebol Rômulo Farias, ou  o diretor de comunicação e marketing do clube Danylo Leite Maia.

Ele disse ainda que estava com o sentimento de gratidão e do dever cumprido, e que sempre procurou ser a voz da torcida na cadeira do presidente.
“Graças a Deus com o apoio de toda a diretoria, conseguimos bons resultados, dentro e fora das quatro linhas. Eu não tenho como explicar a alegria ver a torcida feliz, voltando a vibrar com o time. Só o fato de ver o torcedor, vestir de novo camisa do Campinense, e colocar a bandeira do clube em seu carro, é motivo de muita alegria e orgulho. Além disso, nós conseguimos desbloquear um acordo judicial, para desbloquear uma série de benefícios para o clube” disse.

“Sangue, nervo e coração” Quando assumiu em um mandato “tampão”, a presidência do Campinense no começo do ano, após ser eleito, com 72% dos votos, Phelipe Cordeiro, não tinha noção do que o destino lhe reservava. Ele  assumiu a Raposa em um momento difícil e com o time desacreditado. Para piorar a situação, a eleição de Phelipe Cordeiro aconteceu no auge da pandemia, que tirou o torcedor dos estádios, e consequentemente, a principal fonte de receita do futebol paraibano.

Para aumentar ainda mais a desconfiança do torcedor, o começo da temporada foi desastroso. O Campinense foi goleado por 7 x 1 para o Bahia pela Copa do Brasil, e estreou no Campeonato Paraibano, perdendo por 2 x 1 para o São Paulo Crystal. Só que esses dois fiascos não traduziram a temporada, mas serviram de estímulo para a diretoria para repensar o projeto.

 O rubro-negro conquistou o título do Campeoanto Paraibano 2021, e com isso, as vagas para a Copa do Brasil e Copa do Nordeste de 2022, e no último domingo, após uma longa espera de 10 anos, conquistou o tão sonhado acesso para a Série C.  

Para o cartola, a união da equipe, o apoio da diretoria, e a contratação do técnico Ranielle Ribeiro, foram fundamentais para que tudo desse certo dentro das quatro linhas.

“O fator preponderante foi a união de todos. Nós conseguimos trazer pessoas para ajudar nessa missão. Trouxemos pessoas que acreditavam que este projeto seria vitorioso, a exemplo de Rômulo Farias, que como diretor de futebol foi corajoso e ousado, conseguiu montar um grande elenco. Mas o grande marco foi a contratação do professor Ranielle Ribeiro. Ele acreditou que nós éramos homens de bem e graças a Deus deu certo” disse.

Para ele, o técnco Ranielle sobre trabalhar a equipe, teve postura, comando, foi rígido. Ele também destacou a contratação das peças que foram agregando, como o próprio Mauro Iguatu, que hoje é ídolo da torcida e já entrou para a história do clube.
“Iguatu demonstrou todo o seu profissionalismo e todo o seu comprometimento com a causa. E foi coroado com o gol do acesso, e por isso, será lembrado para o resto da vida. Deus nos honrou. Foi um trabalho com simplicidade” disse.

 
Passado a euforia do acesso, o cartola  disse que  que a meta do rubro-negro agora é buscar o histórico título da Série D do Campeonato Brasileiro.

“Pode ter certeza que vamos buscar o título. Tivemos o momento de comemoração, mas os jogadores e comissão técnica, já reiniciaram os trabalhos visando a primeira partida contra o Atlético (CE) no próximo domingo.  Os jogadores sabem da importância de um título nacional, que marca a vida e a história de todo o profissional. Eu costumo dizer que somos um time de decisão e de chegada como diz o hino. Não poderíamos agora relaxar e desmotivar. Só faltam quatro partidas para fazer história” destacou.

O candidato

Conforme antecipou o presidente, Danylo Maia deve ser mesmo o candidato à presidência do Campinense. Com o término do prazo para a inscrição de candidatos à eleição para o cargo máximo do clube nesta sexta-feira, ele concorrerá com chapa única no pleito marcado para novembro.

A eleição da nova diretoria do Rubro Negro, para o biênio compreendido entre os anos de 2021 a 2023, acontecerá no dia 21 do próximo mês. A votação vai ser realizada no Estádio Renatão das 8h às 18h.

Severino Lopes
PB Agora

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