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Galo vira sobre o Cruzeiro e fatura vice

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 A última rodada do Campeonato Brasileiro reservou um clássico dérbi eletrizante para Atlético-MG e Cruzeiro. Com cartões vermelhos e viradas para os dois lados, os alvinegros venceram por 3 a 2, no Estádio Independência, garantiram o vice-campeonato do Brasileirão e ainda ficaram com a vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores de América.

O Atlético-MG saiu na frente com om golaço de Bernard logo nos primeiro minutos de jogo, mas viu o Cruzeiro conseguir o empate no último lance da etapa inicial com Martinuccio.

Na volta dos vestiários, Everton deu a primeira reviravolta no placar. Pressionando e impulsionado pela torcida, o time de Ronaldinho Gaúcho conseguiu voltar no jogo e virar. Marcelo Oliveira marcou contra e Réver, capitão da equipe, sacramentou a importantíssima vitória.

Com os três pontos e o tropeço do Grêmio no clássico gaúcho – empate por 0 a 0 –, o Atlético assegurou a vaga na fase de grupos da Libertadores e fechou o ano como vice-campeão nacional.

De forma melancólica, o Cruzeiro fecha o ano com mais uma derrota e sem a certeza de um 2013 melhor. Celso Roth já sabe que não fica, mas o clube ainda não tem um treinador definido para a próxima temporada. O clássico deste domingo foi o último com torcida única. Com a reabertura do reformado Mineirão, o Campeonato Estadual terá Atlético-MG e Cruzeiro abrindo a competição com a presença de torcedores alvinegros e celestes.

Quente, o clássico começou com os ânimos exaltados e chegadas fortes de ambos os lados. Antes do terceiro minuto, quatro faltas já haviam sido marcadas pelo árbitro Paulo César de Oliveira.

Em um cruzamento despretensioso do Atlético-MG, porém, Bernard teve a chance de pegar forte e abrir o placar aos quatro minutos. Ronaldinho colocou na área e, na sobra de uma bola que ficou alta, a revelação alvinegra soltou uma bomba de primeira, indefensável para Fábio.

A partida seguiu truncada por faltas e as equipes explorando a velocidade de seus ataques. Aos oito minutos, um lance que poderia ter mudado o destino do clássico. Montillo organizou um contra-ataque e serviu Everton, que passou nas costas da defesa. Pierre entrou perigosamente no carrinho, atingindo o lateral cruzeirense, que iria em direção ao gol. O árbitro marcou a falta e deu um cartão amarelo que ficou barato para o volante atleticano.

Novamente pela lateral esquerda, por onde o Cruzeiro sempre chegou no jogo, Tinga foi a fundo e cruzou rasteiro. Anselmo Ramon furou e Martinuccio desviou levemente, atingindo a trave e não alcançando o rebote por um leve toque de Victor.

O Atlético-MG também levava perigo nas jogadas rápidas de Bernard e Ronaldinho. Em um contra-ataque, R49 se livrou de Tinga com um lindo drible e serviu Guilherme, que cortou e bateu de canhota, com muito perigo para Fábio.

Na oportunidade que teve para ampliar, porém, Ronaldinho falhou. Em um pênalti cometido por Leandro Guerreiro sobre Jô, o craque atleticano bateu muito mal e viu Fábio pular para a esquerda e defender sem dar rebote.

A punição veio no último minuto da etapa inicial. Montillo cruzou na medida para Martinuccio, que se antecipou a Marcos Rocha e desviou de cabeça à queima roupa. Victor ainda tentou defender no reflexo, mas não conseguiu tocar na bola.

Logo no reinício de partida, o Cruzeiro conseguiu a virada. Sempre pela esquerda, Thiago Carvalho deu ótima enfiada para Everton, que só teve o trabalho de tocar na saída de Victor.

O gol reacendeu os ânimos no Independência. Enquanto a torcida pressionava atleticana nas arquibancadas, Tinga e Leandro Donizete trocavam agressões no gramado, deixando Atlético-MG e Cruzeiro com dez jogadores.

Atrás no placar, o Atlético passou a pressionar mais e insistiu nas bolas alçadas à área. Em uma delas, Leonardo Silva conseguiu o cabeceio, que iria para Ronaldinho Gaúcho, na segunda trave. Marcelo Oliveira apareceu para cortar, mas acabou desviando contra o próprio gol e empatou a partida, aos 15 minutos.

As jogadas alvinegras pelo alto eram sempre as mais perigosas, apesar do Cruzeiro tentar chegar com a velocidade do Martinuccio. Aos 29, Ronaldinho cruzou com perfeição para Réver, que testou com força e virou novamente o placar.

Anselmo Ramon foi expulso e sacramentou as chances de reação do Cruzeiro, mas Victor ainda salvou o Atlético-MG uma última vez, com duas defesas de muito reflexo na finalização do zagueiro Thiago Carvalho.

 

 

IG

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