Depois de alguns dias chuvosos no Rio de Janeiro, o sol apareceu novamente e a temperatura subiu. Combinação perfeita para um surfista, mesmo que iniciante, se animar a pegar a prancha e se lançar ao mar. Foi o que fez o atacante Fred na última sexta-feira, na praia de Ipanema. Devidamente trajado com roupa de lycra e bermuda, o jogador do Fluminense encarou o desafio proposto pelo Esporte Espetacular e, ao lado do amigo e espécie de professor, o ator Paulinho Leal, foi ao encontro das ondas.
O passatempo já rendeu críticas ao atleta, que foi acusado de ter praticado o esporte quando estava afastado do time por causa de uma contusão (o jogador negou). Depois das notícias, ele passou a ser chamado de "Fred Slater" pelos colegas (em referência ao nove vezes campeão do mundo, o americano Kelly Slater).
Na hora de atravessar a rua para chegar na praia, Fred já avistou de longe o que esperava por ele. O atacante, claro, não esqueceu neste momento do futebol nem do Fluminense.
– Estou vendo uma série (sequência de ondas) lá. É a Série A do Fluzão (risos) – disse.
Se a fuga do rebaixamento deixou o riso mais fácil, os capítulos anteriores da temporada 2009 ainda deixam a expressão de Fred mais entristecida. Ao comentar sobre as lesões, críticas e maus resultados do Tricolor no ano, o atacante não aguentou a emoção e chorou. Ele disse que contou com o apoio da família e dos amigos para dar a volta por cima.
– A luta foi muito grande. A Família foi muito importante. O que eu passei, só eles para aguentarem. Todas as críticas que eu sofri, todas as dificuldades, armações, muita coisa errada que a gente fica sabendo. Isso tudo te deixa triste. Se não tiver família, amigos, companheira do seu lado para dar apoio…. Sofri para caramba, mas quem mais sofreu foi quem gosta de mim.
Para Fred, o importante agora é pensar no futuro e aprender com todas as coisas que deram errado anteriormente.
– É o choro da alegria. Vamos comemorar.
Se tem motivos para celebrar seu rendimento dentro de campo, o camisa 9 tricolor não pode dizer o mesmo sobre seu desempenho nas ondas. Prejudicado por causa das condições adversas do mar no dia, ele sequer conseguiu ficar em pé na prancha.
– Sem desculpas, mas está muito difícil de surfar nessas condições de mar. Nunca surfei, não tenho noção de nada. Já tentei duas vezes e o máximo que consegui foi isso. Não tenho vocação nenhuma. É muito difícil, mas é muito gostoso também. É uma terapia.
Antes de deixar a praia, Fred deu alguns autógrafos e ensaiou com o repórter Regis Rosing sua primeira comemoração de gol da próxima temporada.
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