Apenas a derrota evitaria que o Corinthians garantisse vaga nas oitavas de final da Libertadores. Tite e seus comandados sabiam e cumpriram o objetivo: empataram sem gols com os argentinos do San Lorenzo, que também queriam somar um ponto para ter chance na última rodada – terão de vencer o Danubio e precisam que o Timão tire ponto do São Paulo.
Um resultado justo pelo que as equipes fizeram. Estudado e disputado. É assim que se pode resumir os primeiros 45 minutos do duelo entre brasileiros e argentinos, que terminaram sem bola na rede. As equipes alternaram melhores momentos, supremacia com a bola nos pés e melhores chances de gol.
Pelo San Lorenzo, os dois laterais (Mas e Buffarini) faziam a equipe jogar. A bola parada, insistentemente tentada, levava perigo. Pelo Corinthians, Jadson e Renato Augusto eram os mais perigosos. A dupla quase não errava e fazia a bola rolar. Mas Vagner Love estava mal e quase todos os lances “paravam“ em seus pés. Com isso, as chances eram pouco criadas.
Para a segunda etapa, o técnico Tite optou pela manutenção dos mesmos titulares. Love perdeu uma chance rapidamente e errou um lance bobo na sequência. Foi a senha para os primeiros gritos de “Danilo” ecoarem no lado oeste.
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O meia entrou, mas o panorama não foi alterado. As duas equipes continuaram no revezamento dos melhores momentos em campo. É verdade que os argentinos foram piores do que na primeira etapa, consequência da busca pelo resultado de empate que, na cabeça deles, favorece para a última rodada.
O tempo passava e as equipes pareciam satisfeitas com o resultado. O Corinthians, com o empate, manteve as invencibilidades da equipe (25 jogos) e da Arena (31 jogos) e ainda se garantiu nas oitavas de final da competição, num dos grupos mais duros que se apresentou após o sorteio.
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