Mesmo quando Luiz Felipe Scolari estava no Palmeiras, os rumores de que o treinador campeão do mundo em 2002 poderia assumir a seleção brasileira em caso de demissão de Mano Menezes já existiam. Demitido do clube paulista na semana passada, Felipão passa a ser uma sombra ainda maior em caso de tropeços da equipe amarela. Nada que, segundo Mano, interfira em seu trabalho.
– Não me sinto mais nem menos pressionado. Tenho respeito por todos os técnicos. E esse episódio só enriquece essa vasta experiência que temos de ser contratados e demitidos. É normal – declarou o comandante do time verde e amarelo.
Na coletiva desta terça-feira, em Goiânia, palco do duelo contra a Argentina, quarta-feira, no Serra Dourada, pelo Superclássico das Américas, Mano Menezes também comentou sobre alguns gritos de "burro" que ouviu na saída para o treino, na última segunda-feira. Assim como no caso de Felipão, Mano ignorou.
– Esse termo faz parte da nossa vida com bastante naturalidade. Alguns acreditam nele, outros não. Procuro com as minhas atitudes não contribuir com a permanência dele. Estamos confiantes de que o caminho está certo. Questão de respeito e educação é para quem tem. Quem tem a utiliza – completou o treinador da Seleção.
Mano Menezes ainda não divulgou qual será a escalação do Brasil para encarar a Argentina. Fará isso no treinamento desta terça-feira, às 17h, no Serra Dourada.
Globo Esporte








