Depois de onze jogos, o América-MG voltou a sentir o gosto de derrotar o rival Atlético-MG. Em um jogo tecnicamente fraco, o Coelho teve mais vontade e conseguiu uma virada importante, que tirou a liderança do Galo e se igualou na ponta ao lado de outro rival, o Cruzeiro, líder do Campeonato Mineiro no saldo de gols.
O placar de 2 a 1, construído por Bryan e Mancini, contra um de André, fez justiça ao time de Givanildo Oliveira, que demonstrou ser mais aguerrido taticamente, mesmo com dez jogadores em campo, uma vez que Patrick foi expulso.
Na próxima rodada, os dois times voltam a campo como mandantes. No sábado, dia 28, às 18h30 (de Brasília), o América-MG recebe a Caldense, no Independência. No dia seguinte, no mesmo local, mas às 16h (de Brasília), o Atlético-MG encara o Guarani-MG.
Primeiro tempo morno, segundo tempo elétrico
O primeiro tempo foi jogo duro. Duro de assistir. Muitos passes errados de ambos os lados e apenas uma chance de perigo para cada lado. Com a cabeça voltada para o jogo de quarta-feira, contra o Atlas-MEX, pela Libertadores, o Atlético-MG escalou uma equipe reserva, com apenas o goleiro Victor como titular. E foi ele o responsável pelo Galo não ter saído de campo no primeiro tempo com a derrota, após linda defesa de puro reflexo em cabeçada de Alison em escanteio cobrado por Mancini. O ponto positivo da primeira etapa foi a movimentação e toque de qualidade do colombiano Cárdenas, estreante do dia pelo Atlético-MG, que mostrou ser bom organizador de jogadas, apesar da falta de ritmo de jogo e da forte marcação americana sobre ele.
As emoções do jogo ficaram reservadas para o segundo tempo. Apesar de a partida não ter melhorado em nada tecnicamente, os lances de perigo passaram a sair mais. Tanto que o Atlético-MG saiu na frente em pênalti de Patrick sobre Cesinha, que André cobrou e abriu o placar. No lance, Patrick recebeu o segundo amarelo e foi expulso, deixando o Coelho com dez em campo.
Mas não demorou muito para o América-MG empatar em bela jogada de Bryan, que deu toque por cima de Carlos César e chutou sobre Victor, em um arremate bem colocado. Golaço! E mesmo com um jogador a menos, o time de Givanildo Oliveira jogava melhor e chegou à virada, de pênalti, com Mancini, após Felipe Amorim ser derrubado por Edcarlos fora da área, mas o árbitro assinalou a penalidade máxima. O time alvinegro sentiu a virada e não teve poder de reação para buscar o empate.
Globo.com
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