Pela manhã, Michael Phelps foi um peixe – literalmente – fora d’água. O americano não participou das eliminatórias do revezamento 4x100m livre e poupou esforços para a final. Não adiantou muito. O fenômeno foi atropelado por César Cielo na primeira parcial e, durante um quarto da prova, o Brasil sonhou com a medalha de ouro. O sonho foi ficando pelo caminho quando os companheiros de Phelps salvaram sua pele e colocaram os americanos no alto do pódio.
Com o tempo de 3m09s21, os Estados Unidos conquistaram seu primeiro ouro no Mundial de Esportes Aquáticos. Méritos para Ryan Lochte, Mattew Grevers e principalmente Nathan Adrian. Eles compensaram a prova decepcionante de Phelps, que entregou os primeiros 100m em quarto lugar.
As chandes de medalha do Brasil foram por água abaixo por causa dos russos, que roubaram a cena e, mesmo competindo na raia 8, arrancaram na segunda metade da prova e ficaram com a prata (3ms09s52). Favorita para o ouro, a França decepcionou e chegou em terceiro, com 3m09s89.
Com uma equipe renovada, o Brasil não contava com a arrancada russa, mas deixou a piscina com a sensação do dever cumprido. Cielo teve um ótimo início de Mundial, mas preferiu não exaltar sua marca.
– Não estou preocupado com o que eu fiz. Não tem essa de Phelps, de Bernard. A gente fez o que tinha que fazer, baixou o tempo de hoje cedo, mas a Rússia surpreendeu. Este é o Mundial, não importa a raia em que você está. A Rússia nadou melhor hoje à noite, mas estou feliz – avaliou Cielo.
Nicolas Oliveira também ficou satisfeito com o rendimento da equipe, mas lamentou ter ficado fora do pódio.
– Em primeiro lugar, fica a sensação de dever cumprido, baixamos quatro segundos do nosso melhor tempo. Mas é lógico que ninguém gosta de bater na trave – afirmou.
Em sua primeira participação no Mundial de Roma, Cielo atropelou Phelps e virou em 47s08, deixando franceses e americanos para trás. Allain Bernard colocou a França na frente na segunda perna. Na terceira, o Brasil caiu para com Nicolas Oliveira, mas ainda tentava disputar o bronze. A última virada, no entanto, acordou um gigante: a Rússia, que brilhava com Danila Izotov. Fernando Silva ainda tentou a medalha para o Brasil, mas já era tarde.
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