A belga Femke Van Den Driessche, 19, acusada de competir com um motor escondido na bicicleta, irá abandonar o esporte. A ciclista anunciou que não irá se defender na audiência disciplinar esta semana.
Em nota, Driessche afirmou que os custos de se defender diante da UCI (União Internacional de Ciclismo) seriam muito altos e as chances de absolvição quase nulas.
Caso fosse a julgamento, Driessche poderia receber uma suspensão mínima de seis meses, além de multa de até 192 mil euros (cerca de R$ 836 mil).
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Em 31 de janeiro, a UCI informou que a atleta competiu com a bicicleta motorizada durante uma prova sub-23 do Mundial de ciclocross. Segundo a UCI, este é o primeiro caso de fraude tecnológica no ciclismo de alto nível.
A belga não completou a prova por conta de um problema na bicicleta. Femke nega que tenha usado a bicicleta motorizada intencionalmente. Ela afirma que a bicicleta que usou era idêntica a dela e que pertence a um amigo. Ainda de acordo com a atleta, a equipe mecânica entregou a bicicleta a ela por engano antes da prova.
Foto: Divulgação
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