O torcedor presente na Arena Abdi Ipekçi, em Istambul, presenciou e se empolgou com uma atuação de gala da Seleção Brasileira. Enfrentando os favoritos dos Estados Unidos, a equipe do técnico Ruben Magnano teve um excelente primeiro tempo, mas caiu de produtividade a partir do terceiro quarto e foi derrotada por apertados 70 a 68.
O Brasil não contou com o ala/pivô Anderson Varejão, que se recupera de uma entorse no tornozelo direito, sofrida durante um amistoso preparatório contra a Espanha. Sua falta foi sentida, uma vez que a Seleção perdeu força no garrafão durante o segundo tempo, quando os americanos obtiveram a virada.
O Brasil começou marcando bem no garrafão, ainda que tenha dado liberdade aos EUA nos arremessos de três pontos. Splitter encontrava facilidade no ataque, e fazia boa dupla com Huertas no ataque, demonstrando o entrosamento dos tempos de Caja Laboral.
Com o andamento do quarto, a Seleção passou a ditar o ritmo do jogo, com Leandrinho assumindo o papel de líder do time. A excelente apresentação em Istambul na parcial terminou com uma enterrada de Splitter, marcando um 28 a 22.
No segundo quarto, Durant liderou a reação americana, enquanto a Seleção caiu de ritmo após a entrada de JP Batista no lugar de Splitter. O aproveitamento brasileiro no garrafão diminuiu, mas a equipe compensava com a boa marcação. Nos três pontos, em compensação, a equipe sul-americana exibiu força, com sete acertos em 11 tentativas.
Marquinhos, que foi escalado lugar de Giovannoni, e correspondeu à aposta de Magnano. O ala do Pinheiros obteve 11 pontos, sendo o principal pontuador brasileiro no primeiro tempo, contra os 19 pontos de Durant. A Seleção foi ao intervalo vencendo por 46 a 43.
O time dos Estados Unidos voltou com a marcação reforçada no terceiro quarto, enquanto o Brasil abusava das faltas. A virada americana saiu com cesta de Derrick Rose, que deixou o jogo em 52 a 50. A Seleção buscou manter-se à frente no placar com as tentativas de três pontos, mas viu seu aproveitamento ir bem abaixo do que no primeiro tempo.
O Brasil também passou a errar os arremessos no garrafão, abusando dos erros. Isso facilitou o trabalho americano, que obteve bons contra-ataques. A situação brasileira se complicou quando Splitter e Huertas foram ao banco após a quarta falta. Os Estados Unidos chegou a abrir seis pontos de vantagem, mas foi ao último quarto vencendo por 61 a 59.
A parcial final começou emocionante, com os jogadores da Seleção correndo ao máximo. O empate brasileiro saiu em 62 a 62 com cesta de três pontos de Marquinhos. A virada, porém, não ocorreu, uma vez que Alex errou no garrafão e permitiu o contra-ataque e a cesta americana.
As equipes falhavam no ataque, especialmente o Brasil, com a Seleção errando lances simples e arremessos de três pontos. A sorte sul-americana é que os EUA também cometia erros tolos, como conduções e faltas de ataque.
Faltando três segundos, Huertas teve a chance de obter a cesta do empate, mas errou e converteu somente um lance livre após sofrer falta. Na sequência, Leandrinho não conseguiu o rebote e viu o Brasil perder por apenas dois pontos.
O Terra, em parceria com o Esporte Interativo, transmite ao vivo nesta terça-feira o confronto entre a Seleção Brasileira e a Eslovênia, às 15h30 (de Brasília).
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