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Após fechar com Kaká, Real Madrid busca novos galácticos

A atuação do Real Madrid no próximo mercado de transferências na Europa não deve se limitar a Kaká. A contratação do meia-atacante brasileiro, oficializada na segunda-feira, mostra o retorno do clube ao "projeto galáctico" que o caracterizou na primeira metade desta década.

Dirigente responsável por levar Zidane, Beckham, Ronaldo e Owen à Espanha, Florentino Pérez reassumiu a presidência do clube na semana passada prometendo novamente grandes contratações.

Apesar de o valor da negociação com o Milan não ter sido divulgado, o clube espanhol deve pagar 65 milhões de euros (cerca de R$ 178 milhões) para ter Kaká, o que configura a segunda maior transação da história –Zidane foi da Juventus para o próprio Real Madrid em 2001 por 78 milhões de euros, em valores atualizados.

Segundo a imprensa espanhola, Pérez tem pelo menos três outros alvos dignos de ser chamados de "galácticos". Os meia-atacantes Cristiano Ronaldo (Manchester United) e Franck Ribéry (Bayern de Munique), além do centroavante sueco Zlatan Ibrahimovic (Inter de Milão) são transferências cotadas.

"As negociações são trabalhosas e o que parece simples não é. Primeiro, é preciso digerir a contratação de Kaká, e então anunciaremos novas aquisições. É preciso repousar as coisas, porque, em uma semana, fizemos muito. Vamos continuar trabalhando na mesma velocidade, mas também depende de outros clubes e nossa gestão do tempo é limitada", disse o diretor geral Jorge Valdano.

Uma outra tendência que o Real pode seguir na montagem do time para a próxima temporada é a de "espanhalizar" seu elenco. Uma maior presença de atletas nascidos no país dentro do grupo já foi cobrada pelo goleiro Iker Casillas, um dos líderes da equipe.

Neste sentido, o clube de Madri trabalha com outras três possibilidades: o volante Xabi Alonso, do Liverpool, e a dupla David Silva e David Villa, que atua no Valencia.

"Temos necessidades e vamos tentar compensá-las com outras contratações. A de Kaká é uma, e por isso, hoje estamos felizes. Mas dependemos do interesse do mercado, e as coisas não são tão ágeis como gostaríamos. Vamos trabalhar simultaneamente em operações de entrada e de saída", concluiu Valdano.

Com Efe

 

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