Por unanimidade, os servidores da educação de Campina Grande decidiram através de assembleia virtual realizada na noite dessa segunda-feira (1) pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste e Borborema (Sintab), entrar em greve geral por tempo indeterminado.
A greve, segundo os organizadores, deve ocorrer por conta do não pagamento do 14º salário da educação, não cumprimento das progressões, atrasos na recarga do cartão de passagem e a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), gratificação do pessoal de apoio, risco de vida dos vigias, retroativo dos aposentados que não é pago desde de 2016.
Além disso os professores cobram melhor estrutura para a volta das aulas presenciais e que a categoria seja incluída no plano de vacinação.
Segundo o presidente do Sintab, Giovanni Freire, a deliberação pela greve foi feita pois a categoria acredita que ainda não é o momento do retorno das aulas presenciais, mesmo que de forma híbrida.
“Havia uma circular para que os trabalhadores e profissionais da educação já estivessem nas escolas a partir do dia 8. Nesta circular eles estavam sendo convocados a irem às escolas e participarem presencialmente.
As aulas do ano letivo de 2021 em Campina Grande estão previstas para começar em 18 de fevereiro.
PB Agora
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