A Prefeitura de Campina Grande confirmou que vai recorrer à Justiça para pedir a ilegalidade da greve dos professores. Os outros servidores da rede municipal de ensino de Campina Grande entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (8). A paralisação foi adotada porque os trabalhadores rejeitaram a proposta de reajuste do piso, feita pelo município.
Os professores cobram o reajuste de 14,95%, oficializado pelo Ministério da Educação (MEC) em janeiro deste ano.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab), a prefeitura propôs um reajuste salarial de 10% de abono retroativo a janeiro para os servidores da ativa a partir de abril. Já em maio, com a data-base, seriam incorporados os 5% restantes à remuneração dos professores e servidores. Muitas escolas não tiveram aula ontem no município.
Segundo o Sintab, cerca de dois mil professores aderiram a greve, número contestado pela gestão. Algumas escolas estão funcionando parcialmente apenas com os professores contratados.
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