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PB tem a segunda maior taxa do NE de estudantes que migraram de curso

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A Paraíba tem a segunda maior taxa do Nordeste de estudantes que migraram de curso de graduação na modalidade presencial. De acordo com os dados, o Estado apresentava o percentual 25,8% de migração em 2016.

A informação está no ‘Mapa do Ensino Superior no Brasil 2018’, divulgado ontem pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior (Semesp). Dentro desse percentual de 25,8%, a pesquisa revelou que 17% dos estudantes não apareceram matriculados em nenhum curso; 7,9% migraram para outro curso presencial e 0,9% para um curso de Educação a Distância (EAD). Com relação a essa última modalidade, a taxa de migração na Paraíba também foi destaque na pesquisa. Com 44,9%, o índice foi o maior do Nordeste, segundo Semesp.

Ainda dentro da modalidade EAD, 37,9% dos estudantes que deixaram o curso de origem não apareceram matriculados em nenhum outro curso. Já 3,9% migraram para uma graduação presencial e 3,1% para outro curso dentro do mesmo sistema de ensino à distância.

A taxa de migração referese ao percentual de alunos que estavam matriculados em 2016 em um curso diferente daquele em que estavam matriculados no ano de 2015 em relação ao total de alunos matriculados. Os percentuais de migração apresentados na Paraíba superam os índices nacionais. Em todo o País, a Katiana Ramos taxa foi de 24,7% em cursos presenciais e de 28,9% em cursos EAD.

A universitária Lívia Furtado está entre os que mudaram de curso. Ao optar pelo curso de Odontologia, na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no primeiro vestibular por insegurança em não tentar Medicina, que era o curso que almejava de fato, ela ainda ficou por quase dois anos em Odontologia. Até que em 2017 largou o curso e resolveu estudar focada para passar em Medicina e conquistou uma vaga, também na UFPB.

“A parte em que as pessoas estavam mais ansiosas para chegar (clínicas) era a que eu menos queria. Então, foi quando percebi que não aguentaria mais estar em um curso que eu não pretendia seguir futuramente. O diferencial mesmo pra a mudança de curso foi a maturidade que eu adquiri na universidade que me permitiu perceber que eu conseguiria passar se me dedicasse por completo durante um ano”, contou Lívia Furtado.

Redação

 


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