O número de candidatos e candidatas transexuais e travestis que usarão o nome social no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) cresceu quatro vezes em dois anos. Neste ano, 408 pessoas foram autorizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a terem o nome que usam socialmente, e não o que está no registro civil, no material impresso das provas, e no tratamento recebido pelos fiscais. A edição 2016 do Enem acontece nos dias 5 e 6 de novembro.
De acordo com a assessoria de imprensa do Inep, 842 pessoas que se inscreveram no Enem 2016 pediram para usar o nome social, mas só 408 tiveram o pedido aceito porque cumpriram os requisitos (o envio de documentos exigidos dentro do prazo). O Inep diz que, no dia 28 de julho, todos os candidatos e candidatas que tiveram o pedido negado receberam um e-mail avisando sobre a resposta, e que nenhum deles entrou com recurso.
Já os 408 candidatos e candidatas que tiveram o pedido acesso não receberam um comunicado individual sobre a resposta ao pedido, mas poderão fazer uso do nome social durante a prova. Isso inclui a impressão do nome social no cartão de resposta e a alocação da pessoa em uma sala de provas de acordo com a ordem alfabética.
G1
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