Devido da desocupação dos comerciantes, máquinas automáticas de venda de comidas e bebidas devem substituir o comércio alimentício da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Essa medida ocorrerá durante o período do término do processo licitatório, que a Prefeitura Universitária está preparando com o intuito de regularizar a ocupação de barracas nas instalações da instituição.
O prefeito da UFPB, Francisco Pereira, informou ainda que, mesmo depois da conclusão do processo licitatório as máquinas devem continuar, a fim de ampliar a oferta de alimentos junto à comunidade acadêmica. Ele disse que a prefeitura universitária abriu consulta pública junto aos diretores de Centro e demais administradores de edifícios da UFPB. Essa consulta foi realizada para informar a quantidade de máquinas instaladas, de acordo com a área técnica, bem como os locais que irão receber essas máquinas adequadamente. A conclusão da licitação está prevista para dezembro, conforme acordo firmado com o Ministério Público da Paraíba (MPF – PB).
O processo de comercialização, que anteriormente cantinas e lanchonetes eram exploradas por pessoas físicas, adotou um novo modelo, em que será necessária a criação de empresa, para que a venda de alimentos seja possível, podendo adotar também empresas individuais. Realizada a etapa de quantificação, a Prefeitura Universitária irá verificar como será ofertada a licitação dos espaços, que podem ocorrer em vários lotes. Esse processo será realizado através de licitação do tipo pregão eletrônico. “Só tem autorização para comercializar no Campus da UFPB pessoas que concorrerem através do processo licitatório e que sejam vencedoras do certame. Essa comercialização no interior da instituição é autorizada por meio da resolução do Consuni nº 28/2014”, afirmou o prefeito Francisco Pereira.
Atualmente, existem cerca de 40 pessoas que efetuam comércio no interior da UFPB, após a desocupação dos comerciantes nas instalações da instituição. No entanto, 96 vendedores tiveram que deixar as áreas do campus, causando a liberação dos espaços, que de acordo com a proposta da Prefeitura Universitária a licitação será iniciada por esses espaços desocupados. Logo depois, virão os que estão com ação de desapropriação em curso por parte da Procuradoria Jurídica, seguido pelos que estão em dívida com a Universidade, finalizando com os que não têm permissão de uso revalidada, segundo o diretor Francisco Pereira.
Preços
As refeições possuem preços diversos. De acordo com o prefeito um lanche composto de um salgado e um copo de suco custa em torno de R$ 4 a R$ 5, enquanto que os almoços servidos em algumas cantinas custam por volta de R$ 10 a R$ 15, em serviços self-service sem balança. O jantar custa de R$ 7 a R$ 10, com opções regionais de cardápio, como por exemplo, inhame com carne, tapioca com suco, entre outros.
Relembre o caso
Os comerciantes da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desocuparam as áreas da instituição pois haviam sido notificados pela prefeitura do campus desde o dia 19 de agosto, para efetuar a saída no prazo de 45 dias. Mas, como essa notificação foi expirada, teve-se que ser feita uma ação judicial para a retirada desses vendedores. Com a intervenção da Defensoria Pública da União (DPU) esse prazo foi adiado pela Universidade por seis meses, período do término da licitação.
Redação com assessoria
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