O governo federal decidiu ceder diante da insatisfação dos professores de universidades federais, em greve há dois meses, e ofereceu uma contraproposta de reajuste nesta terça-feira.
Segundo o Ministério do Planejamento, a nova proposta aumenta o reajuste de níveis iniciais da carreira, em especial aqueles com título de mestre. Na proposta apresentada há cerca de duas semanas, os maiores aumentos tinham sido concedidos aos servidores do topo da categoria.
Segundo a nova proposta, o reajuste mínimo será de 25% –até então, o índice era de 12%.
A alteração provocou um impacto adicional de 7,7%: saltou de R$ 3,9 bilhões para R$ 4,2 bilhões. O reajuste será dado ao longo dos próximos três anos.
O topo da categoria não teve sua oferta alterada: professores titulares, com doutorado e dedicação exclusiva, continuam com um reajuste de 40%: o salário saltaria de R$ 12,2 mil para R$ 17 mil.
O governo também alterou a data para o início do reajuste: antes previsto para o segundo semestre, agora ele será antecipado para março de cada ano.
As entidades que representam os docentes ainda não deram uma resposta à oferta feita pelo governo –no momento, eles estão discutindo os termos da contraproposta.
UOL
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