Um ato público unificado de diversas categorias de servidores públicos federais na entrada principal do Campus de Campina Grande da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG nesta quinta-feira marcou o início da greve por tempo indeterminado dos professores da instituição.
A greve foi decretada na assembleia da categoria, realizada no dia 17 de junho e os docentes pretendem solicitar a suspensão do calendário acadêmico da instituição para evitar prejuízos para os estudantes.
O ato público integra o Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações da Campanha Salarial dos servidores federais também terá a participação de professores, estudantes, técnico-administrativos da UFCG, que estão paralisados desde o mês passado.
Durante o ato será divulgado um comunicado do Comando Local de Greve a comunidade universitária e a sociedade paraibana, onde os professores explicam os motivos de sua paralisação e pedem apoio ao movimento, que busca preservar a educação pública de nível superior dos ataques que esse direito tem sofrido.
A adesão à greve dos professores da UFCG reforça a paralisação nacional da categoria, que foi iniciada no dia 28 de maio e já atinge dezenas de universidades e instituições federais de ensino.
Entre as reivindicações dos professores estão a reestruturação da carreira da categoria, a valorização salarial paritária para ativos e aposentados, estando ai incluído um reajuste de 27,3%, garantia da autonomia universitária, contra a precarização do trabalho docente e em defesa do caráter público e socialmente referenciado das instituições federais de ensino superior.
CALENDÁRIO
Na audiência que manteve com o reitor da UFCG, na segunda-feira, dia 22/06, a diretoria da ADUFCG solicitou que o dirigente, convocasse o Conselho Universitário para avaliar a greve dos professores e técnico-administrativos e também solicitou que fosse apresentada uma proposta de suspensão do calendário acadêmico para evitar que os estudantes sejam prejudicados, já que muitos retornam as suas cidades de origem por falta dos serviços essenciais ao funcionamento da universidade, como restaurante universitário, biblioteca e outros e uma parcela considerável fica sem os transportes oferecidos pelas prefeituras.
Redação com Ascom
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