Foto: Walber Campanato/ Agencia Brasil
Com a liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC) desde o fim de 2025, notícias e rumores sobre a saúde de bancos passaram a circular com mais frequência, nem sempre com informações corretas. Para o consumidor e o investidor, saber diferenciar alertas reais de fake news é essencial para proteger seu dinheiro e tomar decisões seguras.
Existem ferramentas oficiais, indicadores públicos e sinais objetivos que permitem avaliar a situação financeira de um banco em funcionamento no Brasil. Nem toda notícia alarmista sobre instituições financeiras é verdadeira.
Antes de agir por medo, o consumidor deve consultar fontes oficiais, analisar indicadores e desconfiar de promessas exageradas. A informação de qualidade continua sendo a melhor defesa contra boatos e prejuízos.
Confira o passo a passo para conferir se uma notícia negativa procede ou se é apenas desinformação.
Três tipos de plataforma concentram informações confiáveis:
Esses sistemas permitem analisar balanços, resultados e indicadores de risco.
>> Mínimo exigido no Brasil: 11% para instituições em geral, 13% para bancos cooperativos;
>> Índice confortável: acima de 15%;
>> Um índice de Basileia 11% significa que, para cada R$ 100 emprestados, a instituição tem 11% de recursos próprios (dos sócios e dos acionistas);
>> Quanto maior, mais capacidade o banco tem de absorver perdas.
Para quem investe, é fundamental confirmar se o banco é coberto pelo FGC, que garante até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), com teto global de R$ 1 milhão pago a cada quatro anos.
O FGC cobre os seguintes recursos e investimentos:
Recursos e investimentos não cobertos pelo FGC:
O correntista deve estar ciente de que perderá esses valores em caso de quebra da instituição.
Não é possível prever com exatidão se um banco será liquidado, mas alguns indícios ajudam:
No caso do Will Bank, liquidado recentemente, o Índice de Basileia estava negativo em 5,3% em junho de 2024. O Índice de Imobilização estava negativo em 1,9% na mesma data, mesmo com lucro líquido de R$ 55,5 bilhões.
Para reduzir riscos, especialistas destacam:
CDBs, LCIs e LCAs de grandes bancos, com alta solidez e proteção do FGC.
Tesouro Direto: risco de crédito considerado o menor do país;
Agência Brasil
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