Categorias: Economia

Toyota suspende produção do Corolla no Brasil

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A Toyota anunciou nesta segunda-feira (25) que irá interromper por três dias sua produção na fábrica de Indaiatuba, em SP, para gerenciar peças fornecidas pelo Japão. A montadora enfrenta escassez nas partes que são importadas do país porque algumas fábricas que produzem esses componentes foram afetadas pelo terremoto ocorrido em março passado.

Apesar de as principais montadoras japonesas terem a produção no país asiático impactada pelo desastre, a Toyota é a primeira a anunciar mudanças em operação no Brasil.

A empresa parou a produção em Indaiatuba, onde é feito o Corolla, nesta segunda. E vai repetir o procedimento nos dias 6 e 20 de maio. Segundo a assessoria da Toyota, são fabricadas 303 unidades do modelo ao dia no Brasil. Recentemente, foi lançada no país a edição 2012 do sedã.

Argentina

Além do Brasil, haverá alterações também na operação da planta de Zárate, na Argentina, onde a Toyota produz a picape Hilux e o utilitário esportivo SW4. Nessa fábrica, o segundo turno será suspenso por três dias, em 13, 20 e 27 de maio. Ainda não há previsão de outras alterações após o mês de maio.

Segundo a Toyota, o ajuste não afetará o nível de emprego nas fábricas da Toyota Mercosul que, atualmente, possuem mais de 7.100 funcionários nos dois países. A montadora destaca ainda que a construção da nova fábrica da Toyota do Brasil, em Sorocaba (SP), e a ampliação da capacidade produtiva da planta de Zárate não sofrerão alterações em seus cronogramas.

Europa, América do Norte e Ásia
A empresa já havia decidido reduzir a produção a 75% na América do Norte e a 50% a 70% na China. Também neste mês a produção em cinco fábricas europeias será suspensa por oito dias.

A operação no Japão só havia sido retomada em 18 unidades na semana passada; mesmo assim, com metade do nível de antes do terremoto. Na última sexta-feira, o presidente da Toyota, Akio Toyoda, afirmou que a retomada total da produção só deve ocorrer em novembro ou dezembro. É a previsão mais longa entre as empresas do setor afetadas pelo fenômeno.

Segundos dados das principais montadoras, a produção japonesa de veículos caiu mais de 50% em março. As maiores reduções foram registradas pela Toyota e pela Honda. As montadoras tiveram, em março, queda de 62,7% e 62,9% na produção, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. Já a Mazda e a Nissan tiveram redução de 53,6% e 52,4%, respectivamente.

 

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