O relator do Orçamento de 2011, senador Gim Argello (PTB-DF), afirmou nesta quarta-feira (3) que as negociações do salário mínimo devem partir de pelo menos R$ 540. O valor enviado ao Congresso foi de R$ 538,15.
O senador tem encontro marcado para esta quinta-feira (4) com as centrais sindicais para ver a possibilidade de um aumento ainda maior. Segundo ele, a dificuldade é que a cada R$ 1 a mais no salário, os gastos extras são de R$ 286 milhões no Orçamento.
"Vamos abrir a negociação com as centrais pensando em dois anos. Eu parto do valor de R$ 540,00, que já dá um gasto extra de mais de R$ 400 milhões nas despesas", afirmou o relator.
Argello aproveitou para descartar hoje a possibilidade do aumento para R$ 600, como defende a oposição e como foi proposto pelo candidato derrotado à Presidência, José Serra (PSDB).
"Não tenho nenhuma expectativa de ultrapassar e nem de chegar perto dos R$ 600. A minha ideia é fazer uma negociação por biênio", disse Argello.
Pelas normas vigentes, o salário mínimo é reajustado com base na inflação do ano anterior e mais o PIB dos dois anos anteriores. O problema de 2011 é que em 2009 o PIB foi negativo.
A proposta de Argello é de dar um aumento real tendo como base parte do crescimento do PIB de 2010. Este percentual seria descontado na hora de se conceder aumento em 2012.
Folha online
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