Categorias: Economia

PMCG não teria feito repasse de desconto de empréstimos

 Carta de cobrança chegando em casa, e o constrangimento Diversos servidores municipais de Campina Grande vem sendo surpreendidos no início desta semana com o recebimento de correspondências bancarias do banco Bom Sucesso cobrando o pagamento de empréstimos consignados. O Servidor Municipal que fez empréstimos no Banco Bom Sucesso tem o valor do financiamento descontado na folha de pagamento todos os meses, mas, a Prefeitura de Campina Grane, responsável pela transferência do dinheiro à instituição bancária, não está fazendo o repasse. Muitos servidores já receberam a carta, constrangedora, cobrando a mensalidade do empréstimo e estão temendo terem seu nomes levados ao Serasa devido ao calote da gestão do prefeito tucano Romero Rodrigues.

 

Para muitos servidores que receberam em suas residências o ultimado do banco devido a inadimplência da prefeitura com a instituição bancaria atitude da prefeitura é inaceitável e ainda possibilita que, por conta disso, o servidor corre o risco de ter o nome sujo na praça. “Segundo uma servidora que preferiu não se identificar, o valor que você paga na parcela para o banco é feito diretamente pela prefeitura e, isto não está ocorrendo, ou seja, desconta-se do holerite do servidor no dia 30 de todos os meses e o repasse ao banco não é feito". Devido a isso o banco segundo ela, está cobrando dos servidores dando um prazo de alguns dias, apenas, para poderem quitar e, se não quitarem, terão seu nome inserido no SPC – Serviço de Proteção ao Crédito – além de uma ação judicial” disse uma servidora a redação que preferiu não s e identificar para não sofrer perseguição política da atual gestão municipal.

 

Segundo o que rege o campo jurídico na área se a instituição financeira entrar na justiça contra o servidor por uma dívida indevida, também será tomada medidas jurídicas que podem até custar o mandato do prefeito. “Se isso ocorrer de fato por parte do banco, nós vamos acionar a Prefeitura, mais uma vez, por apropriação indébita. Isso pode gerar uma cassação do mandato por uso indevido do dinheiro que foi descontado do salário do trabalhador”, disse outro servidor público que já procurou um advogado para elaborar sua defesa contra o calote que a prefeitura vem dando no banco.

Redação

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