O governo não avalia um novo aumento no preço da gasolina neste semestre, afirmou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nesta terça-feira (19).
"Esse é um assunto o qual nós não estamos cogitando", disse o ministro a jornalistas, após reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Em janeiro, a Petrobras anunciou alta do preço da gasolina de 6,6% na refinaria e do diesel em 5,4%, em um movimento amplamente esperado pelo mercado diante da defasagem dos valores dos combustíveis no país em relação às cotações internacionais.
O reajuste provavelmente não elimina a defasagem, mas dá fôlego para a Petrobras desenvolver seu bilionário plano de investimentos. O mercado, porém, esperava um reajuste entre 7% e 10%.
A defasagem dos valores dos combustíveis foi um dos fatores que prejudicou os resultados da Petrobras em 2012 –entre abril e junho passado, a empresa teve o primeiro prejuízo trimestral em mais de 13 anos.
Ao longo de boa parte de 2012, a defasagem da gasolina da Petrobras vendida nas refinarias na comparação com o mercado norte-americano, uma referência internacional, esteve acima de 20%. O governo –controlador da empresa– temia o impacto de um aumento do combustível na inflação.
UOL
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