A Bovespa mostrou melhora no fim desta quinta-feira, reagindo a rumores de que o FMI (Fundo Monetário Internacional) estaria preparando um plano de socorro à Espanha. Mais cedo, a Bolsa acompanhou o mau humor dos mercados internacionais diante de dados mais fracos da economia americana.
O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa, fechou em alta de 1,29%, aos 54.490 pontos, perto da máxima do dia, de 54.508 pontos. A mínima foi de 53.089 pontos. Desta forma, a Bolsa encerra maio com perda de 11,86% e acumula baixa de 3,99% em 2012. O volume financeiro alcançou R$ 10,360 bilhões, o maior do ano se excluído os pregões com vencimento de opções.
Como ocorre em todo fechamento de mês, os gestores de carteiras atuaram para tentar melhorar a rentabilidade de seus investimentos. Também houve ajustes em função das alterações na composição do índice MSCI Brazil, usado como referencial por muitos fundos.
Mas, mesmo com a melhora de hoje, o fato é que o estrago no mês de maio já estava feito. Trata-se do pior mês desde o auge da crise financeira mundial, em outubro de 2008.
As perspectivas para junho não são nada animadoras. Analistas são unânimes em afirmar que a volatilidade continuará forte, pelo menos até a realização das novas eleições na Grécia. Além disso, as dúvidas sobre a solidez do sistema bancário espanhol deve acrescentar mais nervosismo aos mercados. E o ritmo de expansão da economia americana – e também da brasileira – serão outros referenciais importantes para o comportamento das ações.
Entre as "blue chips" (ações com mais liquidez), a preferencial (que dá preferência no pagamento de dividendos) da Petrobras 4,25%, a R$ 19,13. As ações do mesmo tipo da Vale tiveram valorização de 0,74%, a R$ 36,72. Em sentido oposto, o papeL ordinário (que dá direito a votos) da OGX fecharam o dia com queda de 1,06%, a R$ 10,30. Ontem, as ações a empresa de petróleo de Eike Batista caíram 8,36%.
A campeã deste último dia do mês foi a ação da Itausa, com ganho de 6,14%, a R$ 8,81. A Hypermarcas teve valorização de 4,95%, a R$ 11,03% e ficou em segundo lugar.
Na ponta oposta, Usiminas despencou 13,89%, a R$ 9,17, seguida de JBS, que teve queda de 7,15%, a R$ 5,45.
DÓLAR
O dólar fechou o mês de maio com valorização de 5,82% negociado a R$ 2,018, depois de ser cotado acima de R$ 2,10. Nesta quinta-feira, o preço da moeda americana subiu 0,10%. No acumulado do ano, o dólar apresenta valorização de 7,97%.
Maio foi um divisor de águas no câmbio local. A atuação do Banco Central, com seis leilões de swap cambial (operação que equivale à venda de moeda no mercado futuro) suavizou o movimento de valorização do dólar comercial.
FOLHA
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