A primeira prévia do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de outubro mostrou alta menor do indicador: usado para calcular o reajuste da maioria dos contratos de aluguel, o IGP-M ficou em 0,10% no primeiro decêndio do mês. No mesmo período de setembro, a taxa ficara em 0,28%.
No ano, o IGP-M acumula deflação de 1,51%. Em 12 meses, a taxa está negativa em 1,26%.
Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa menor do índice em outubro foi resultado, principalmente, do recuo no Índice de Preços por Atacado (IPA), que ficou em 0,16%, bem abaixo da taxa de 0,39% da primeira prévia do mês anterior. Os alimentos in natura contribuíram para essa queda, com a taxa do grupo passando de 4,40% para -7,57% no período.
Entre os produtos vendidos no atacado, as principais influências de queda vieram do leite in natura, que ficou em média 6,21% mais barato, e do tomate, cujo preço caiu 27,28%, de acordo com a FGV.
Preços ao consumidor têm deflação
No bolso do consumidor, os preços também ficaram menores. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou deflação de 0,10%, depois de uma taxa positiva também de 0,10% na primeira prévia de setembro – resultado da deflação de 1,27% no grupo alimentos, seguindo uma alta de 0,39% no mês anterior.
Vieram do grupo alimentos as principais influência de queda sobre o IPC: o leite longa vida ficou 7,39% mais barato, enquanto o preço do tomate caiu 20,21%. Já o preço do mamão papaya ficou 17,47% menor.
As taxas dos outros grupos do IPC, no entanto, aceleraram: vestuário (de ‐1,19% para 1,36%), habitação (de 0,13% para 0,40%), transportes (de 0,12% para 0,34%), educação, leitura e recreação (de ‐0,07% para 0,11%), saúde e cuidados pessoais (de ‐0,06% para 0,09%) e despesas diversas (de 0,13% para 0,48%).
Construção
Terceiro componente do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou taxa de 0,19%, acima da variação nula do primeiro decêndio de setembro. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,25%. No mês anterior, a taxa havia sido de ‐0,01%. O índice que representa o custo da mão de obra apresentou variação de 0,12%, no primeiro decêndio de outubro.
G1
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