Categorias: Economia

Ideme e Ipea montam rede de dados econômico-sociais no NE

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Sistema informativo terá a participação de órgãos de pesquisa de todos os Estados da região

Uma rede de informações sobre indicadores econômicos, aspectos sociais e características ambientais dos nove Estados que compõem a região nordestina será criada neste ano. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme) deram início à montagem do sistema informacional, que terá a participação de órgãos de pesquisa de todos os estados do Nordeste.

O chefe do Ipea no Nordeste, Constantino Mendes, explicou que a rede trará informações sobre a criação de oportunidades de emprego no Nordeste, índices de escolaridade da população da região e acesso à rede pública de saúde. O sistema público também terá dados referentes às questões do meio ambiente, a exemplo do processo de extinção da Mata Atlântica, entre outros assuntos ambientais.

“Esse processo de articulação vai aproximar os Estados do Nordeste para uma análise comum do comportamento sócio-ecônomico-ambiental na região. A rede de informações trará dados detalhados sobre cada Estado e todos eles poderão saber a realidade de cada uma das unidades federativas que compõem o Nordeste”, declarou Constantino Mendes.

Apoio – O início de montagem da rede já teve início no Nordeste. O Instituto do Semi-árido da Paraíba anunciou, nesta semana, a participação no sistema público de informações nordestinas. O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), Agência Estadual de Pesquisa e Planejamento de Pernambuco (Condepe) e a Secretaria de Planejamento do Maranhão deverão anunciar, em breve, o apoio à rede organizada pelo Ipea e Ideme.

Vantagens – O superintende do Ideme, Achiles Leal Filho, afirmou que a montagem da rede nordestina de informações permitirá que governos estaduais montem estratégias mais adequadas para o desenvolvimento do Nordeste. “Os governadores e prefeitos do Nordeste vão saber detalhadamente a realidade da região. Eles vão saber, por exemplo, quais os municípios que tem potencial para a geração de energias alternativas a partir do girassol ou até mesmo os municípios mais propícios para a plantação de determinadas lavouras”, declarou Achilles Leal.

Segundo ele, outra vantagem da rede será a troca de experiências entre os estados nordestinos. As ações desenvolvidas por um determinado estado, como a geração de emprego e renda poderão ser copiadas pelos vizinhos da região. Além disso, a rede permitirá a execução de projetos simultâneos no Nordeste, a exemplo de iniciativas contra a degradação ambiental provocada por queimadas e uso abusivo do solo.

 

Secom

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