Pesquisa Anual de Serviços, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que o setor, na Paraíba, teve crescimento real de 8,8% da sua receita; 5,8% da massa salarial; e de 5,4% no número de empresas, sendo que manutenção e reparação, bem como informação e comunicação foram as atividades que mais absorveram mão de obra. O período pesquisado foi 2008, em comparação com o ano anterior.
Os segmentos pesquisados foram os de Serviços Prestados às Famílias; Serviços de Informação e Comunicação; Serviços Profissionais, Administrativos e Complementares; Transportes, Serviços Auxiliares dos Transportes e Correio; Atividades Imobiliárias; Serviços de Manutenção e Reparação; e outras atividades de serviços.
Em 2008, a PAS investigou 5.221 empresas exercendo atividade de serviços não financeiros na Paraíba, que geraram R$ 3,150 bilhões de receita bruta de prestação de serviços (Tabela 1). Em 31.12.2008, essas atividades ocupavam 53.823 pessoas e, ao longo do ano, pagaram R$ 541,9 milhões em salários, retiradas e outras remunerações.
O Nordeste, por sua vez, teve crescimento superior ao verificado no país, nas variáveis renda e pessoal ocupado. Em termos da participação das atividades de serviços deste Estado nos contextos regional e nacional entre 2007 e 2008, nas variáveis citadas, percebeu-se uma relativa estabilidade.
Em termos do valor da receita bruta de prestação de serviços, auferidas pelas empresas de serviços na Paraíba, passou-se de R$ 2, 896 bilhões em 2007, para R$ 3, 150 bilhões em 2008. Houve, portanto, um crescimento real de 8,8% entre 2007 e 2008.
Salário teve aumento real
No que diz respeito ao pessoal ocupado, a pesquisa mostra que o setor de serviços não financeiros absorveu 52.340 pessoas na Paraíba, em 2007, subindo para 53.823 pessoas, em 2008, o que dá um incremento de 2,8%, sendo, portanto, inferior ao verificado para o Nordeste (12,6%) que, por sua vez, foi superior ao verificado no Brasil (10,3%). A participação relativa dos ocupados nas empresas de serviços na Paraíba, em relação ao total dos ocupados neste segmento no Nordeste e no Brasil, praticamente não se alterou, no primeiro caso (passou-se de 4,8% para 4,4%, respectivamente), e, no segundo, ficou em 0,6% nos dois anos considerados.
O salário médio mensal nas atividades de serviços paraibanas aumentou 2,9%, em termos reais: passou de R$ 753, em 2007, para R$ 775, em 2008. Esse crescimento foi superior ao crescimento real verificado na média do salário recebido no setor de serviços nordestino (1,6%), e próximo da variação no salário médio mensal brasileiro (3,2%). Na comparação entre os valores das rendas médias mensais recebidas, percebe-se que a renda média mensal na Paraíba representava 97,6% da renda regional, em 2007, passando para 98,9%, em 2008. Em relação ao Brasil, essas proporções ficavam em torno de 72,0%, nos dois anos considerados.
Jornal Correio da Paraíba
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