A alta do desemprego na esteira da crise internacional – só entre novembro e janeiro, quase 800 mil pessoas perderam seus empregos – levou o FGTS a fechar as contas no vermelho em março. Como revela reportagem de Geralda Doca, publicada pelo Globo nesta quarta-feira, a arrecadação de R$ 4,36 bilhões no período foi insuficiente para cobrir os saques de R$ 4,8 bilhões, gerando um rombo de R$ 440 milhões, o primeiro de 2009. No mesmo mês de 2008, houve superávit de R$ 413 milhões.
Segundo especialistas, o dado é preocupante diante das previsões de aumento do desemprego nos próximos meses devido à queda do ritmo da atividade econômica. Embora o FGTS disponha de dinheiro suficiente para pagar a todos os trabalhadores com conta, o saldo da arrecadação ajuda a montar o orçamento que o Fundo libera todo ano para habitação e saneamento, setores dos quais é o maior financiador do país.
Do total de saques em março, R$ 3,2 bilhões (66%) foram por demissões sem justa causa. Em seguida, aparecem outros motivos, como aposentadoria (R$ 500 milhões, ou 10,4% do total) e compra da casa própria (R$ 300 milhões, ou 6,3%).
O impacto das demissões na contas do Fundo somente ocorreu em março porque há uma defasagem entre a data de entrega da documentação na Caixa e o saque do saldo por parte do trabalhador demitido.
O Globo
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