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Estados Unidos enviam americanos para novas oportunidades no Brasil

Estados Unidos enviam americanos para novas oportunidades no Brasil

Muitas empresas estão de olho nos investimentos que devem acontecer no país por causa da Copa e das Olimpíadas. O governo americano até paga bolsas de estudos para doutorandos que queiram estudar em terras brasileiras.

 

O Jornal Nacional apresentou, nesta semana, algumas das consequências dos momentos diferentes por que passam as economias do Brasil e dos Estados Unidos nos últimos anos. Eles em crise, nós em crescimento.

Nesta quinta-feira (16), o correspondente Flávio Fachel mostra como é sério o interesse dos americanos em vir ganhar dinheiro no país.

A missão recebida pelo americano especialista em mercado financeiro parece coisa de agente secreto. O chefe de Arthur Simonson mandou ele aprender tudo o que puder sobre os brasileiros. No mês que vem, será transferido para o Rio de Janeiro.

“Mas você sabe pra que serve isso?”

“Um copo?”

“Isso é uma cuia de chimarrão!”

A empresa dele está de olho nos investimentos em infraestrutura que devem acontecer no Brasil por causa da Copa e das Olimpíadas. A professora brasileira se esforça para ensinar o português e outras coisas mais.

Que tal um teste? Quem descobriu o Brasil? “João Pedro Alvarez Cabral? Em mil quinhecentos?”

Ele quer saber tanto sobre os brasileiros para “abrir as portas para conversar e fechar negócios”, conta.

Até pouco tempo, era um pouco difícil encontrar nos Estados Unidos alguém que conhecesse mesmo o Brasil. É comum, por exemplo, ver pessoas que acham que os brasileiros falam espanhol.

Pois agora, até as universidades querem mudar isso. Nos Estados Unidos, conhecer o Brasil está virando lição de casa a pedido dos próprios alunos.

Na Universidade de Pittsburg, na Pennsylvania, a língua portuguesa entrou no currículo de futuros engenheiros, advogados e administradores.

As turmas começaram pequenas, com sete alunos. Hoje, mais de 100 estudam a fundo o português e a cultura brasileira.

Tem até doutorado, diz a professora, onde os estudantes viajam para o Brasil para conhecer várias grandes empresas, com bolsas de estudo pagas pelo governo americano.

“Eles tentam aprender a língua para poder ir para o Brasil fazer pesquisa ou trabalhar”, explica a professora Ana Paula Carvalho.

E, em um dia especial, festa brasileira na Pennsylvania. A feijoada deu um chega para lá no hamburguer e no cachorro quente: “A melhor comida do mundo: carne, feijoada, arroz, feijão salada”, vibra.

O estudante de administração Drew Myers revela: decidiu conhecer mais o Brasil depois de uma recomendação do professor. “O Brasil agora é um país não emergente, mas que já emergiu. E que é muito importante para multinacionais e para a economia global”, conta.

E a lição, parece que vai sendo bem aprendida. Algum dia você já imaginou americanos cantarem outro hino que não fosse o deles?

 

Jornal Nacional

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