Segundo dados do Censo Demográfico de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados recentemente, a Paraíba está cada vez mais conectada à internet, onde quase 90% da população paraibana já tem acesso à rede mundial de computadores em suas casas. Porém com o aumento de novos internautas também cresce a quantidade de golpes aplicados por criminosos nas redes e sobre isso o portal ouviu o delegado João Ricardo Júnior, da Delegacia Especializada em Crimes Cibernéticos (Decc) da Paraíba, vinculada à Polícia Civil do estado (PCPB) e o especialista em combate a crimes cibernéticos Marcelo Carvalho, que deram dicas de como não ciar nos golpes na net.
Se acordo com recente levantamento do DataSenado, instituto vinculado ao Senado Federal, 24% dos brasileiros com mais de 16 anos foram vítimas de algum crime desse tipo entre junho de 2023 e o mesmo mês de 2024. “Hoje em dia, cometesse mais crime pela internet do que no mundo físico”, afirma João Ricardo Júnior, onde destaca ainda que a unidade registra entre 100 e 150 casos desse tipo por mês, em todo o território paraibano, sendo que o total de vítimas pode ser bem maior, já que cada ocorrência pode afetar mais de uma pessoa. O delegado explica que ainda não há um consenso, entre autoridades e especialistas do Direito, sobre o que exatamente define e distingue os crimes cibernéticos; mas, de maneira geral, considera- -se aqueles que tratam de delitos on-line.
“Para não cair em golpes online, evite fazer qualquer tipo de pagamento e divulgar informações pessoais”, diz Marcelo Carvalho, que acompanha as constantes tentativas de fraudes enfrentadas pelos brasileiros. Segundo a Serasa Experian, só no final do ano passado, foram registradas 837.419 tentativas de fraudes contra consumidores e empresas nacionais, uma a cada 3,2 segundos.
Segundo Marcelo, dentre os crimes mais comuns, ele lembra do golpe do WhatsApp, do comprovante de Pix falso para que seja “devolvido” o valor, de empréstimo para supostos conhecidos e de falsas oportunidades de investimentos, como as famosas “pirâmides de negócios” e aqueles investimentos que prometem um ganho muito acima da realidade do mercado.
Com a evolução da tecnologia, os fraudadores vêm se mostrando cada vez mais “eficientes” quando o assunto é roubar senhas pessoais e solicitar dinheiro. Marcelo, por exemplo, lembra um recente caso de golpe usando Inteligência Artificial (IA): “Soube de uma advogada que recebeu uma ligação por vídeo, acredite, da filha pedindo dinheiro. Ela, atenta, perguntou ‘qual o nome do nosso cachorrinho?’. Caiu a linha. A senha delas é o nome do pet. Por isso, orientamos que a família tenha um código em comum”, comentou.
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Redação
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