Os comerciantes do varejo no Brasil estão menos otimistas com relação ao faturamento no Dia dos Pais. Cerca de 41% dos entrevistados pela pesquisa do Serasa Experian esperam faturar mais na data comemorativa, enquanto em 2011, a parcela era de 55%. A queda no faturamento é esperada por 20% dos varejistas, enquanto a estabilidade é a aposta de 39%.
A pesquisa foi feita com mil empresários entre os dias 3 e 14 de julho. Segundo a entidade, o pessimismo dos comerciantes é resultado da baixa atividade econômica registrada durante o ano, os altos níveis de inadimplência e a má situação financeira das próprias empesas.
O Serasa destaca também que as empresas grandes são as mais otimistas – 72% deles esperam aumentar o faturamento. Isso porque elas possuem mais liquidez e, muitas vezes, parcerias com bancos para oferecer melhores condições de pagamento. Nas médias empresas, os otimistas são 56%, e nas pequenas, 41%.
A expectativa com os gastos com presentes para os pais seguiu a realidade do ano passado. Em geral, a crença é de que que 24% dos presentes custarão até R$ 50 (em 2011, foram 25%); 41% de R$ 51 a R$ 100 (em 2011 também foram 41%); 26% de R$ 101 a R$ 200 (em 2011, foram 24%); 4% de R$ 201 a R$ 300 (em 2011 foram 7%); 3% de R$ 301 a R$ 500 ( foram 2% em 2011) e 2% mais de R$ 500, como o resultado de 2011.
Produtos
Quanto aos presentes comprados, alguns itens tiveram a expectativa maior que no Dia dos Pais de 2011, como roupas, sapatos e acessórios (que devem compor 57% das vendas), perfumes e cosméticos (10%), refeições em restaurante (1%) e, pela primeira vez, aparecem as ferramentas (2%). São itens com preços variados, e o Serasa acredita que os mais baratos serão comprados à vista pelos filhos mais endividados. Os outros presentes que devem ser procurados são: celular e smartphone (16%); eletrônicos (7%), bebidas (2%), joias, relógios e canetas (2%) e produtos de informática (1%).
Forma de pagamento}
De acordo com a pesquisa, cerca de 43% dos presentes devem ser pagos em dinheiro, 23% em cartão de crédito, 21% em cartão de débito, 11% em cheque e 1% em cartão de loja. A maioria dos pagamentos (50%) deve ser parcelado no cartão de crédito, e 23% também em parcelas por cheques pré-datados. Cerca de 18% dos consumidores deve optar por financiamentos e crediários, e 3% ainda devem escolher o cartão de debito parcelado. As parcelas em cartões de loja devem ser a opção de 2% dos consumidores.
Terra
O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, representa o banco em uma série de…
O vice-governador da Paraíba e pré-candidato ao governo estadual, Lucas Ribeiro, se reuniu nessa quarta-feira…
A Polícia Civil da Paraíba, por meio de uma ação integrada entre a 23ª Delegacia…
Nessa quarta-feira (28), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba realizou uma intervenção em um…
Foi presa mulher suspeita de tentar matar um homem ateando fogo contra ele, no Centro…
O superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) na Paraíba, Arnaldo Monteiro, garantiu…