Empreendedorismo e arte: artista plástica utiliza dom para expandir talento para todo Brasil e divulgar o artesanato paraibano
A arte é muito mais que um dom e atualmente muitos tem tentado viver de seu talento artístico seja com artesanato regional ou utilizando várias técnicas para inovar e conquistar mais clientes e admiradores. A profissão é difícil porque ainda não foi valorizada o bastante, mas alguns vem mostrando seu dom e se destacando não somente na Paraíba, mas com o advento das redes sociais, no Brasil e até em outros países. É o caso da nossa artista e empreendedora, Camila Santos.
Camila tem 33 anos e é artista plástica, mas também cursou várias faculdades, Técnica em Edificações(IFPB), Graduada em Relações Públicas(UFPB), Pós Graduada em Artes Visuais: Cultura e Criação(SENAC, Graduanda em Design de Produtos(UFPB). Atualmente trabalha como Relações Públicas, Escultora, Artista Visual, Ilustradora, Educadora Criativa, aspirante a Design e é dona da Poronga’s, um atelier onde há quatro anos de puro aprendizado vem empreendendo arte.
Segundo a artista o diferencial do seu trabalho é porque são peças bem criativas e com um toque de humor sempre buscando uma identidade própria. Mas também trabalha com peças de conteúdo regional, e cultural assim como esculturas para colecionadores, topos para noivas, festas dentre tantos temas, a mais de oito anos. Oficinas de capacitação em projetos culturais voltados para comunidades mais carentes.
Indagada sobre como surgiu o seu negócio a empreendedora revela: "A partir de um trabalho de faculdade onde senti a necessidade de explorar um pouco mais a cultura local de a fim de mostrar essa identidade cultural própria da Paraíba em peças que retratassem mais do que a imagem que ainda hoje se tem do Nordeste. Que foi viabilizado mediante a um trabalho de artesanato tradicional que já exercia " e a dificuldade : É uma batalha diária, com conquistas, aprendizados, erros e acertos, mas que no final do dia se mostra muito gratificante. O importante acima de tudo é acreditar que este sonho existe e que ele pode ser seu!", explica.
A artista explicou que começou a lucrar após um ano de trabalho, mas que precisou de organização e orientação. Sua forma de venda foi um diferencial para abranger cada vez mais clientes através de divulgação em feiras, eventos, boca a boca e vendas pela internet.
Indagada sobre a receptividade do público, Camila explicou que a empatia com o conteúdo e estilo de trabalho se torna muito visível logo nos primeiros contatos. E deu a dica: "Não desistir nas primeiras dificuldades, elas te fortalecem mais a frente com certeza!".
Para diversificar bem seu trabalho, Camila realiza diversas técnicas para obter inúmeros resultados como: Pintura em objetos de MDF, tela; escultura em biscuit, papel machê, papietagem; ilustrações e mais recente mente trabalhos gráficos e de consultoria.
As técnicas da empreendedora para o sucesso do negócio vão de segurança e conhecimento não tão somente do seu produto como da qualidade que foi empenhada nele, além de uma boa divulgação onde o cliente não tem dúvidas sobre o que está adquirindo ou mesmo como pode comprar a peça.
Sobre as redes sociais e a internet em si, a empreendedora faz muiito uso e quisemos saber como ela utiliza esse veículo de comunicação de maneira eficaz. Camila informou que na medida que foi conhecendo, e explorando novas mídias, novos portais, novas formas de mostrar o trabalho, procurou não tão somente divulgar, mas também fazer parte de grupos que gostem, que discutam e dividam a mesma paixão pelo tipo de trabalho. Isso gerou um ambiente saudável de troca de “figurinhas”. " Assim como procuro sempre observar que retorno todo e qualquer investimento em mídias traz ao meu produto, até que ponto chega ao meu cliente e como ele responde a esse tipo de exposição", destacou.
Pedimos para que Camila comentasse um pouco mais de como utiliza os meios de comunicação e ela diz "Da melhor forma possível a fim de divulgar todo um trabalho desde o projeto até a concepção da peça, criar todo um conteúdo teórico sobre meu produto e quem está por trás dele. De trazer essa rotina do atelier e do processo construtivo, de toda uma pesquisa mais perto do cliente".
Como nem tudo são flores no ramo do empreendedorismo, Camila nos contou experiências positivas e negativas de sua trajetória no ramo.
"Uma experiência positiva que eu poderia citar, é que a cada nova ação, a cada nova capacitação, a cada nova crítica, vejo o quanto ainda tenho a aprender e posso agregar esse aprendizado para melhor fornecer meu produto ao cliente. Poder hoje ser uma das oito pessoas concorrendo ao TOP100 do artesanato pela Paraíba.Uma experiência não tão positiva, eu citaria falta de capital no início e a pouca experiência em gestão que dificultou um pouco o caminho a ser percorrido", conta.
Indagada sobre as expectativas para o futuro a artista foi humilde em destacar que precisa de mais capacitação para melhor representar a cultura da Paraíba.
"Procurar me capacitar ainda mais e mais na medida do possível para poder não só estar trazendo esse aprendizado ao meu dia a dia no trabalho que escolhi pra mim, mas crescer também enquanto pessoa e profissional a fim de representar com maestria toda uma cultura rica e diversificada que é a cultura paraibana. Poder estar buscando uma equipe de forma a crescer enquanto empresa e proporcionar renda enquanto empregador", revela.
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Vanessa de Melo
PB Agora
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