Dólar fecha estável, apesar de nova opção de intervenção do BC
Moeda americana fechou vendida a R$ 1,671, mesma cotação da véspera. BC divulgou na terça-feira que pode comprar dólares em leilões a termo.
O dólar comercial fechou estável nesta quarta-feira (26), mesmo diante do anúncio de que o Banco Central pode realizar leilões a termo como mais um instrumento para combater a valorização do real.
A moeda norte-americana fechou vendida a R$ 1,671, mesma cotação da véspera. Na semana, o dólar acumula queda de 0,12%; no ano, porém, o desempenho ainda é positivo, com valorização de 0,30%.
Com a regulamentação do BC, divulgada na terça-feira (25) após o fechamento do mercado, a autoridade monetária passa a ter mais uma modalidade de intervenção no mercado de câmbio, além da compra de dólares no mercado à vista e da oferta de contratos de swap cambial reverso – que funcionam como uma compra de dólares no mercado futuro.
Uma circular publicada em 2002 já dava condições para a realização das operações a termo, mas elas nunca foram feitas pelo BC, porque ainda faltava esclarecer alguns detalhes operacionais. A carta-circular 3.484 resolveu esse problema.
Esse tipo de operação é comum no mercado. As empresas que captam recursos no exterior costumam antecipar o recebimento desse capital nos bancos, já convertidos em reais. Essas instituições financeiras se comprometem a comprar os dólares na data futura (a termo), quando de fato houver a concretização da captação.
Para se proteger, os bancos costumam fugir o risco cambial por meio de operações no mercado futuro. A novidade agora é que eles poderão negociar diretamente com o BC, adquirindo moeda nos leilões a termo da autoridade monetária.
Embora não tenha provocado a alta do dólar, a intervenção do governo tem retirado a volatilidade da moeda norte-americana nos últimos dias. O dólar não sobe diante do expressivo fluxo de capitais para o país, mas também não recua por causa da probabilidade de uma atuação mais dura do governo.
Sidnei Nehme, diretor-executivo da NGO Corretora, afirma que o BC pode ainda rever o limite estabelecido para o depósito compulsório sobre as posições vendidas de dólares. O depósito foi estabelecido neste mês, com validade a partir de abril, sobre as posições vendidas superiores a US$ 3 bilhões ou ao patrimônio de referência das instituições.
G1
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