Categorias: Economia

Crise afasta investidor, mas ouro renova recorde e fecha a US$ 1.891,90

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O ouro fechou em nível recorde novamente nesta segunda-feira, 22. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato para dezembro avançou US$ 39,70 (2,14%), para US$ 1.891,90 por onça-troy. O metal, que tende a manter seu valor melhor do que outros ativos durante períodos de turbulência, continua a atrair novos compradores, em meio aos receios com as projeções políticas e econômicas globais. Ainda na Comex, o contrato de cobre para setembro fechou em queda de US$ 0,028 (0,70%), a US$ 3,9555 por libra-peso.

Os contratos de metais básicos negociados na London Metal Exchange (LME) fecharam em queda, prejudicados pela recuperação do dólar e o nervosismo nos mercados de ações.

Na rodada livre de negócios da tarde (kerb), o contrato de cobre para três meses perdeu US$ 110,00 (1,25%), a US$ 8.710,00 tonelada. O níquel recuou US$ 350,00 (1,65%), a US$ 20.850,00 a tonelada. O estanho foi a única exceção, com ganho de US$ 25,00 (0,11%), a US$ 22.825,00 a tonelada.

Os receios sobre o crescimento global e as turbulências políticas no Oriente Médio mantiveram os investidores nervosos hoje, levando as ações e os metais básicos a reverter ganhos registrados no começo da sessão. O dólar também ganhou terreno ante o euro, o que é prejudicial para os metais, que assim se tornam mais caros para compradores que usam outras moedas.

“O mercado ainda está frágil”, disse um trader de Londres, acrescentando que o volume de negócios na LME está muito baixo, o que exacerba os movimentos em ambas as direções.

Hoje, o cobre recebeu certo suporte da notícia de que as importações de cobre refinado da China aumentaram 8,8% em julho ante junho, para 194.280 toneladas. “Os compradores chineses podem ter voltado um pouco ao mercado, mas eu não acho que foi em um tamanho bom”, comentou Frank Lesh, corretor e analista da FuturePath Trading. Nos sete primeiros meses do ano, as importações de cobre refinado da China recuaram 28% ante o mesmo período de 2010.

Enquanto isso, na Líbia os rebeldes já controlam quase 90% da capital, Trípoli, e o paradeiro de Muamar Kadafi é desconhecido.

Após o fim dos conflitos na Líbia, os participantes do mercado de metais básicos devem se focar no pronunciamento do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, na sexta-feira, durante o simpósio anual em Jackson Hole (Wyoming). Espera-se que Bernanke dê algumas pistas sobre a posição do Fed em relação a uma terceira rodada de afrouxamento quantitativo (QE3, na sigla em inglês).

“Sem dúvida, o mercado vai analisar cada palavra de Bernanke procurando sinais ou indícios de que o QE3 será lançado, com a economia dos EUA se dirigindo para um segundo mergulho na recessão”, afirmou a Sucden Financial em um comunicado. As informações são da Dow Jones.

Agência Estado

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