A greve dos Correios saiu cara: para os consumidores, para a empresa e para os próprios funcionários. Após 28 dias de paralisação, a perda para os consumidores foram as 185 milhões de correspondências acumuladas.
Para os Correios, a greve custou cerca de R$ 20 milhões por dia (R$ 560 milhões em 28 dias).
Os funcionários conseguiram um aumento real de R$ 80 a partir de outubro e reajuste de 6,87% a partir de agosto. Mas, segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o ato deve sair caro para os trabalhadores. O ministro disse à Agência Estado que não ficou satisfeito com o desfecho do julgamento do dissídio da greve dos Correios.
"Eles receberam o que tínhamos oferecido. E vamos descontar um dia a mais do que tínhamos proposto. A sensação é de que os sindicatos estavam mais empenhados em suas brigas internas do que em resolver o problema dos trabalhadores", criticou. "Se tivessem parado a greve há dez dias, receberiam o mesmo aumento e teriam menos dias a pagar e a compensar."
Estadão
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